Igor Gadelha

Saída de Lewandowski não deve atrapalhar votação da PEC da Segurança

Relator da PEC da Segurança, Mendonça Filho minimiza possível saída do ministro Ricardo Lewandowski para votação da proposta em 2026

atualizado

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Presidente Lula e Ricardo Lewandowski participam da cerimônia de Assinatura de Contrato entre BNDES e MJSP recursos do Fundo Amazônia
1 de 1 Presidente Lula e Ricardo Lewandowski participam da cerimônia de Assinatura de Contrato entre BNDES e MJSP recursos do Fundo Amazônia - Foto: <p>Igo Estrela/Metrópoles<br /> @igoestrela</p><div class="m-banner-wrap m-banner-rectangle m-publicity-content-middle"><div id="div-gpt-ad-geral-quadrado-1"></div></div> </p>

A iminente saída de Ricardo Lewandowski do Ministério da Justiça, uma das possíveis dores de cabeça para Lula neste início de 2026, não deve trazer prejuízo à tramitação da PEC da Segurança, uma das prioridades do governo.

Segundo o próprio relator da proposta, deputado Mendonça Filho (União-PE), a troca no comando da pasta da Justiça, responsável pela PEC, não deve mudar o rumo dos debates, já que o tema está nas mãos do Congresso.

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O presidente Lula e o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski
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Segundo o Metrópoles, Lewandowski avisou aliados que quer deixar o ministério até sexta-feira (9/1). São cotados para seu lugar nomes como o do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e o do senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

Como mostrou a coluna, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), avisou líderes que pretende votar a PEC da Segurança logo na volta do recesso parlamentar, em fevereiro.

A ideia de Motta é iniciar o ano dando prioridade a pautas ligadas à segurança pública. Além da PEC, a Câmara deve votar as mudanças feitas pelo Senado no PL Antifacção.

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