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Igor Gadelha

Chefe de gabinete do diretor da PF ganha cargo nos EUA

Delegado da PF Luiz Eduardo Navajas Telles Pereira, atual chefe de gabinete do diretor-geral do órgão, será adido policial federal nos EUA

Repórter de Igor Gadelha10/01/2025 12:45, atualizado 10/01/2025 19:04
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Vinícius Schmidt/Metrópoles
sede polícia federal brasília

Chefe de gabinete do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, o delegado Luiz Eduardo Navajas Telles Pereira foi nomeado nesta sexta-feira (10/1) para um dos cargos mais cobiçados da instituição.

Pereira foi designado pelo presidente Lula para ser adido policial federal na Embaixada do Brasil em Washington, nos Estados Unidos, por um período de três anos, substituindo o ex-diretor da PF Rolando Alexandre de Souza no posto.

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A sede da Polícia Federal em Brasília
O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues
Delegado da PF Luiz Eduardo Navajas Telles Pereira foi nomeado como adido policial federal em Washington
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Delegado da PF Luiz Eduardo Navajas Telles Pereira foi nomeado como adido policial federal em Washington

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A sede da Polícia Federal em Brasília
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A sede da Polícia Federal em Brasília

Wey Alves/ Especial Metrópoles
O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues
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O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues

Vinícius Schmidt/Metrópoles

Processo seletivo

O delegado conquistou o cargo em Washington por meio de um processo seletivo interno na corporação, que incluiu a aprovação por uma banca formada por chefes de divisão da Polícia Federal.

A decisão de criar o processo para escolher futuros adidos foi estabelecida em uma portaria assinada pelo diretor da Divisão de Cooperação Internacional da PF, Valdecy Urquiza, já no governo Lula.

Durante os governos Bolsonaro e Michel Temer, os cargos de adidos da PF em embaixadas tinham caráter mais político. O próprio Rolando, por exemplo, é próximo do deputado e ex-diretor da Abin Alexandre Ramagem (PL-RJ).

*Errata: A matéria informava que Luiz Eduardo Navajas Telles Pereira foi o responsável por ordenar investigação contra deputados bolsonaristas. O chefe de gabinete, entretanto, apenas despachou notícia fato para a Corregedoria-Geral da PF avaliar sobre a pertinência de instaurar investigação ou não. O conteúdo foi corrigido. 

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