Igor Gadelha

Centrão acusa presidente do PT de postura dúbia na PEC da Blindagem

Dirigentes do Centrão dizem que presidente do PT pediu apoio a foro privilegiado, como consta na PEC da Blindagem, mas depois recuou

atualizado

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Caciques do Centrão acusam o presidente nacional do PT, Edinho Silva, de postura dúbia em relação à chamada PEC da Blindagem, aprovada pela Câmara dos Deputados na noite da terça-feira (16/9).

Dirigentes do União Brasil e do PP relataram à coluna que, em meados de agosto, Edinho os procurou para pedir apoio à ideia de dar foro privilegiado no STF para presidentes de partidos, como consta na PEC.

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Plenário da Câmara dos Deputados
O presidente nacional do PT, Edinho Silva
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Edinho Silva, presidente do PT
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Edinho Silva, presidente do PT

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O presidente nacional do PT, Edinho Silva
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O presidente nacional do PT, Edinho Silva

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Na terça-feira, porém, Edinho orientou a bancada do PT na Câmara a votar contra a proposta. Dos 63 deputados do partido que participaram da votação, 51 votaram contra a PEC. Outros 12 petistas votaram a favor.

Para o Centrão, Edinho mudou de posição após o presidente Lula se colocar contra a proposta. Como noticiou a coluna, Lula expressou sua contrariedade diretamente ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).

Em nota, a assessoria de imprensa do presidente do PT limitou-se a informar que a posição do partido e de Edinho pela rejeição da PEC foi expressa publicamente na reunião de líderes da Câmara e durante a votação da proposta.

“A posição do PT, do seu presidente Edinho Silva, expressa publicamente, inclusive na reunião das bancadas do Congresso Nacional no último dia 16, foi expressa em plenário pela bancada da Câmara dos Deputados na votação da noite do último dia 16: pela rejeição da PEC 3/2021”, diz a assessoria do PT.

Como a coluna noticiou mais cedo, Edinho Silva é um dos 14 presidentes nacionais de partidos com representação no Congresso que não possuem foro privilegiado no Supremo hoje. Logo, serão beneficiados pela PEC.

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