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Igor Gadelha

Ato do 8/1 no Congresso terá comandantes militares, Gonet e Rosa Weber

Ato em alusão ao 8/1 no Congresso terá presença dos comandantes das três Forças Armadas, além do chefe da PGR, Paulo Gonet, e de Rosa Weber

03/01/2024 16:00, atualizado 03/01/2024 16:09
Hugo Barreto/ Metrópoles
Paulo Gonet chega para tomar posse na PGR

Batizado de “Democracia Inabalada“, o ato em alusão ao primeiro aniversário dos atos golpistas do 8 de Janeiro terá as presenças dos comandantes das três Forças Armadas e do procurador-geral da República, Paulo Gonet.

O evento acontecerá na segunda-feira (8/1), no Salão Negro do Congresso Nacional, e contará com as presenças de Lula e dos presidentes do STF, Luís Roberto Barroso; da Câmara, Arthur Lira, e do Senado, Rodrigo Pacheco.

Presidente do Supremo à época das invasões golpistas, a agora ministra aposentada da Corte Rosa Weber também foi convidada a participar do ato na sede do Congresso e já confirmou presença.

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Além dos chefes de poderes, foram convidados ministros do governo e de tribunais superiores, governadores dos 27 estados e do Distrito Federal, prefeitos das 26 capitais brasileirais, além dos presidentes de assembleias legislativas.

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Segundo o cerimonial, ao menos seis autoridades devem discursar durante o ato. A primeira será a governadora do Rio Grande do Norte, a petista Fátima Bezerra. Lula fará o discurso de encerramento.

Veja a ordem dos discursos prevista:

  • Governadora do Rio Grande do Norte Fátima Bezerra;
  • Presidente do TSE, Alexandre de Moraes;
  • Presidente do STF, Luís Roberto Barroso;
  • Presidente da Câmara, Arthur Lira;
  • Presidente do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco;
  • Presidente Lula.

Participação dos militares

A participação dos atuais chefes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica no ato em alusão ao 8 de Janeiro foi uma exigência do ministro da Defesa do governo Lula, José Múcio Monteiro.

A avaliação é de que a presença dos comandantes demonstrará o compromisso dos militares, que foram bastante criticados por complacência com os atos golpistas de 2022, com a democracia brasileira.