Igor Gadelha

A reação de Lira à operação da PF contra sua ex-assessora

Ex-braço direito do deputado Arthur Lira (PP-AL) na presidência da Câmara foi alvo de operação da PF que investiga fraude em emendas

atualizado

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O deputado federal Arthur Lira Progressistas AL durante coletiva à imprensa no Salão Verde da Câmara dos Deputados, antes da votação da reforma do Imposto de Renda Metropoles
1 de 1 O deputado federal Arthur Lira Progressistas AL durante coletiva à imprensa no Salão Verde da Câmara dos Deputados, antes da votação da reforma do Imposto de Renda Metropoles - Foto: KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo

O ex-presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL) reagiu com indignação à operação deflagrada pela Polícia Federal (PF) nesta sexta-feira (12/12) que teve como alvo uma ex-assessora sua.

Alvo de um mandado de busca e apreensão, Mariângela Fialek, mais conhecida como “Tuca”, foi braço direito de Lira quando ele presidiu a Câmara. Ela controlava a planilha do orçamento secreto.

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Dino afastou ex-assessora de Lira de função específica na Câmara
Arthur Lira (PP-AL) foi presidente da Câmara dos Deputados entre 2021 e 2025
Mariangela Fialek, a Tuca, braço-direito de Arthur Lira
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Mariangela Fialek, a Tuca, braço-direito de Arthur Lira

Reprodução/Rede sociais
Dino afastou ex-assessora de Lira de função específica na Câmara
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Dino afastou ex-assessora de Lira de função específica na Câmara

Pablo Valadares/Câmara
Arthur Lira (PP-AL) foi presidente da Câmara dos Deputados entre 2021 e 2025
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Arthur Lira (PP-AL) foi presidente da Câmara dos Deputados entre 2021 e 2025

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Em conversas com aliados, Lira criticou o fato de a operação ter sido realizada no dia do aniversário de Tuca. Segundo relatos, ele negou irregularidades e disse que indicar emendas não é crime.

O ex-presidente da Câmara admitiu a aliados que Tuca é sua amiga, mas lembra que ela é concursada da Casa e tem perfil “técnico”. Atualmente, ela está lotada na liderança do PP, sigla de Lira.

Por indicação do deputado, Tuca também acumulou cargos no Executivo. Entre eles, de conselheira fiscal da Codevasf e da Caixa Econômica Federal, onde a assessora atuou até abril de 2025.

Em conversas com aliados na sexta-feira, Lira avaliou ainda que a operação da PF, autorizada pelo ministro Flávio Dino, seria uma reação do STF à ofensiva do Congresso contra a Corte.

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