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Guilherme Amado

Sem regulamentação no Brasil, corretoras cripto entram na mira dos EUA

Cinco maiores empresas do setor nos EUA foram cobradas; no Brasil, por outro lado, regulamentação está travada na Câmara

Repórter de Guilherme Amado18/09/2022 09:00, atualizado 14/09/2022 20:27
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Reprodução/ BP Money
ilustração colorida mostra uma moeda virtual com a letra B estampada

O Congresso dos Estados Unidos abriu uma ofensiva contra corretoras de criptomoedas no último dia 30. As cinco maiores empresas do setor entregaram respostas aos parlamentares na última segunda-feira (12/9). No Brasil, por outro lado, um projeto que regulamenta esse mercado está travado na Câmara.

O texto aguarda desde maio para ser votado em plenário. No início deste mês, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) afirmou no início deste mês que empresas de criptomoedas serão excluídas do sistema que previne lavagem de dinheiro.

Os parlamentares americanos estimam que o volume de fraudes naquele país com bitcoins e moedas dessa natureza pode chegar a US$ 1 bilhão apenas em 2022. O Subcomitê de Política Econômica e do Consumidor da Câmara dos Representantes cobrou as cinco maiores empresas do setor a entregarem todos os documentos que produziram a partir de 2009, ou desde sua fundação, que tratam de combate a irregularidades.

Entre as cinco empresas na mira do Congresso dos EUA está a Binance, líder mundial e no Brasil. Também foram citadas as corretoras Coinbase, FTX, Kraken e Kucoin.