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Guilherme Amado

PT espera que Rock in Rio e shows virem comícios informais de Lula

Comunicação do PT tem a expectativa de que artistas usarão shows e festivais para impulsionar a candidatura de Lula contra Bolsonaro

15/05/2022 06:00, atualizado 15/05/2022 10:48
Rock in Rio/Divulgação
PT espera que Rock in Rio e shows virem comícios informais de Lula

O novo núcleo de comunicação do PT acredita que os próximos shows e festivais servirão como comícios informais para impulsionar a candidatura de Lula contra Bolsonaro.

A coordenação da campanha entende que o PT dependerá muito do engajamento de artistas e de influenciadores digitais para contra-atacar o aparato digital montado pelo bolsonarismo.

Em conversas informais, petistas dizem que as apresentações marcadas para o Rock in Rio, em setembro, repetirão o que foi visto na última edição do Lollapalooza, em São Paulo.

Na ocasião, o ministro do TSE Raul Araújo censurou manifestações políticas no festival, o que serviu de incentivo para músicos incluírem protestos contra Bolsonaro durante os shows.

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A expectativa é que apresentações solo de artistas populares também sejam marcadas por declarações favoráveis a Lula. Como exemplo, um petista da alta cúpula diz ter a expectativa de que Zeca Pagodinho repita o gesto feito por Caetano Veloso no último dia 7. Identificado com Ciro Gomes, Caetano levantou uma bandeira com o rosto de Lula durante show em São Paulo.

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Lula e Alckmin disputaram o segundo turno das eleições presidenciais de 2006 em uma campanha marcada por ataques mútuos. Lula saiu vencedor com 48,61% dos votos
Após a derrota, Alckmin seguiu como oposição ferrenha a Lula
No entanto, mirando nas eleições de 2022, o ex-presidente mostrou interesse em ter Alckmin como vice
Pouco antes do Natal, Lula e Alckmin tiveram o primeiro encontro
A aliança entre os políticos é estratégica. Ter Alckmin como vice pode atrair setores do mercado e do empresariado que resistem ao nome de Lula como candidato à Presidência da República
Quinze anos depois de concorrerem como rivais nas eleições ao cargo de chefe do Executivo federal, o ex-presidente Lula (PT) e o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) ensaiam formar aliança inusitada para 2022
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Quinze anos depois de concorrerem como rivais nas eleições ao cargo de chefe do Executivo federal, o ex-presidente Lula (PT) e o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) ensaiam formar aliança inusitada para 2022

Ana Nascimento/ Agência Brasil
Lula e Alckmin disputaram o segundo turno das eleições presidenciais de 2006 em uma campanha marcada por ataques mútuos. Lula saiu vencedor com 48,61% dos votos
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Lula e Alckmin disputaram o segundo turno das eleições presidenciais de 2006 em uma campanha marcada por ataques mútuos. Lula saiu vencedor com 48,61% dos votos

Band/Reprodução
Após a derrota, Alckmin seguiu como oposição ferrenha a Lula
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Após a derrota, Alckmin seguiu como oposição ferrenha a Lula

Filipe Cardoso/ Metrópoles
No entanto, mirando nas eleições de 2022, o ex-presidente mostrou interesse em ter Alckmin como vice
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Pouco antes do Natal, Lula e Alckmin tiveram o primeiro encontro
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A aliança entre os políticos é estratégica. Ter Alckmin como vice pode atrair setores do mercado e do empresariado que resistem ao nome de Lula como candidato à Presidência da República
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De acordo com pesquisa realizada em setembro  de 2021 pelo Datafolha, Alckmin estava na liderança para o governo paulista
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A aliança entre os políticos foi oficializada em abril de 2022. A "demora" envolveu, além das questões legais da política eleitoral,  acordo sobre a qual partido o ex-governador se filiaria
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Ao ser vice de Lula, Alckmin almeja ganhar ainda mais projeção política, o que o beneficiará durante possível corrida presidencial em 2026
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Em 18 de março de 2022, Alckmin anunciou a filiação ao PSB, depois de 33 anos no PSDB
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Divulgação/ Ricardo Stuckert
Carlos Siqueira, Geraldo Alckmin, Lula e Gleisi Hoffmann
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Fábio Vieira/Metrópoles

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