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Guilherme Amado

Partido de Bolsonaro prometeu defender sistema eleitoral no TSE

Presidente do PL, Valdemar Costa Neto assinou compromisso com TSE; Jair Bolsonaro mantém ataques sem provas às eleições

11/04/2022 08:00
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Divulgação/PL
Imagem colorida de Valdemar da Costa Neto, presidente do PL, e Jair Bolsonaro

O PL, partido de Jair Bolsonaro, prometeu formalmente ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que defenderá que o sistema eleitoral é confiável e combaterá ataques de desinformação à eleição de outubro. O documento, assinado no mês passado por Valdemar Costa Neto, presidente da sigla, contrasta com os ataques de Bolsonaro ao processo eleitoral.

O termo de compromisso foi endossado por Valdemar em uma reunião no último dia 15 com os ministros Edson Fachin, atual presidente do TSE, e Alexandre de Moraes, o próximo presidente da corte. Nesse encontro, no tribunal, Valdemar garantiu que não há risco de o PL compactuar com qualquer desrespeito ao resultado das eleições.

“A produção e difusão de informações falsas e fraudulentas pode afetar de forma negativa a legitimidade e a credibilidade do processo eleitoral”, afirmou um trecho do acordo. Também no mês passado, pelo menos outros 20 partidos assinaram o mesmo documento, incluindo PP e Republicanos, aliados a Bolsonaro. Em abril, foi a vez de a PGR e a Câmara fazerem essa promessa.

No último dia 30, Bolsonaro voltou a atacar, sem provas, o sistema eleitoral. No ano passado, o presidente já havia dado outras declarações públicas ameaçando as eleições e tornou-se alvo de um inquérito no TSE.

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A relação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, com o presidente Jair Bolsonaro é, de longe, uma das mais tumultuadas do cenário político brasileiro
No capítulo mais acalorado, no último 7 de Setembro, o presidente chamou o ministro de “canalha” e ameaçou afastá-lo do cargo
O motivo? Moraes expediu ordem de busca e apreensão contra bolsonaristas e bloqueou contas bancárias de entidades suspeitas de financiar atos contra o STF
“Sai, Alexandre de Moraes, deixe de ser canalha, deixe de oprimir o povo brasileiro”, disse o presidente diante de uma multidão
Meses antes, em fevereiro, Moraes havia mandado prender o deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ), aliado do presidente
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Daniel Ferreira/Metrópoles
A relação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, com o presidente Jair Bolsonaro é, de longe, uma das mais tumultuadas do cenário político brasileiro
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A relação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, com o presidente Jair Bolsonaro é, de longe, uma das mais tumultuadas do cenário político brasileiro

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No capítulo mais acalorado, no último 7 de Setembro, o presidente chamou o ministro de “canalha” e ameaçou afastá-lo do cargo
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No capítulo mais acalorado, no último 7 de Setembro, o presidente chamou o ministro de “canalha” e ameaçou afastá-lo do cargo

Reprodução
O motivo? Moraes expediu ordem de busca e apreensão contra bolsonaristas e bloqueou contas bancárias de entidades suspeitas de financiar atos contra o STF
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O motivo? Moraes expediu ordem de busca e apreensão contra bolsonaristas e bloqueou contas bancárias de entidades suspeitas de financiar atos contra o STF

HUGO BARRETO/ Metrópoles
“Sai, Alexandre de Moraes, deixe de ser canalha, deixe de oprimir o povo brasileiro”, disse o presidente diante de uma multidão
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“Sai, Alexandre de Moraes, deixe de ser canalha, deixe de oprimir o povo brasileiro”, disse o presidente diante de uma multidão

Fábio Vieira
Meses antes, em fevereiro, Moraes havia mandado prender o deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ), aliado do presidente
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Meses antes, em fevereiro, Moraes havia mandado prender o deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ), aliado do presidente

Aline Massuca
O ministro Alexandre de Moraes
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O ministro Alexandre de Moraes

Daniel Ferreira/Metrópoles
O ex-presidente Jair Bolsonaro
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O ex-presidente Jair Bolsonaro

Micheal Melo/ Metrópoles
O inquérito motivou o início de mais um round entre os dois
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O inquérito motivou o início de mais um round entre os dois

Marcelo Camargo/ Metrópoles
“Tudo tem um limite. Eu jogo dentro das quatro linhas, e quem for jogar fora das quatro linhas não vai ter o beneplácito da lei. Se quiser jogar fora das quatro linhas, eu jogo também”, disse o presidente
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“Tudo tem um limite. Eu jogo dentro das quatro linhas, e quem for jogar fora das quatro linhas não vai ter o beneplácito da lei. Se quiser jogar fora das quatro linhas, eu jogo também”, disse o presidente

Rafaela Felicciano/Metrópoles

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