Seis dos sete militares que compartilharam viagens de Lula estão no governo
O ministro-chefe do GSI, general Amaro, disse que militares envolvidos no vazamento de informações das viagens de Lula serão exonerados

A Presidência da República abriga seis dos sete militares que compartilharam informações das viagens de Lula com o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do governo Bolsonaro, e com o tenente Osmar Crivelatti, atual assessor de Bolsonaro.
A coluna mostrou que Cid recebeu até março os e-mails do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) do governo Lula com detalhes de compromissos oficiais do presidente. Já Crivelatti, o braço-direito de Cid, foi abastecido com as mensagens até julho.
O suboficial Rogério Dias Souza, da Marinha, foi o único militar exonerado das funções na Presidência. Ele deixou o cargo no dia 26 de maio.
Continuam lotados na Presidência o segundo-tenente Luciano Santos da Silva, do Exército, o capitão Jorge Luiz de Magalhães, do Exército, o suboficial Alexandre Pires Moraes, da Marinha, o segundo-tenente Márcio Alex da Silva, do Exército, e a suboficial Dione Jefferson Freire, da Marinha.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesO general Marcos Antônio Amaro, atual chefe do GSI, disse ao Metrópoles que uma investigação será aberta contra os militares. Ele afirmou que todos serão exonerados dos cargos.
O GSI também apura se competia aos militares excluir Cid e Crivelatti da lista de transmissão que recebia as informações das viagens presidenciais.





