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Guilherme Amado

Lula tem 45% e Bolsonaro 33% no primeiro turno, aponta Quaest

Aumento do Auxílio Brasil não teve impacto positivo relevante para Jair Bolsonaro; 62% das pessoas consideram medida como eleitoreira

, 17/08/2022 07:00, atualizado 17/08/2022 09:47
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Arte/Metrópoles
Montagem de duas fotos de homens se olhando

A nova rodada da pesquisa Quaest, divulgada nesta quarta-feira (16/8), aponta que o pagamento da primeira parcela do Auxílio Brasil, no último dia 9, não teve impacto positivo relevante para Jair Bolsonaro (PL). Na pesquisa estimulada, quando os candidatos são apresentados aos entrevistados, o presidente oscilou um ponto percentual para cima em relação ao levantamento do início do mês, portanto dentro da margem de erro de dois pontos, marcando 33% das intenções de voto. Lula (PT) também oscilou um ponto para cima, chegando a 45%.

Encomendada pela Genial Investimentos, a pesquisa da Quaest mostra que Ciro Gomes (PDT) também oscilou um ponto para cima, na comparação com o último levantamento, marcando 6% das intenções de voto, o mesmo que Simone Tebet (MDB), que também registrou oscilação positiva de 1% e chegou a 3%. Pablo Marçal (PROS) e André Janones (Avante) deixaram a disputa ao Planalto.

Vera Lúcia (PSTU), Eymael (DC), Sofia Manzano (PCB), Felipe d’Ávila (NOVO), Soraya Thronicke (União Brasil) e Leonardo Péricles (UP) não pontuaram. Eleitores indecisos são 6%, mesmo percentual dos que pretendem votar nulo.

Na pesquisa espontânea, que não oferece ao entrevistado os nomes dos presidenciáveis, Lula manteve 36% das intenções de voto no primeiro turno, e Bolsonaro oscilou um para cima, marcando 27%. Ciro Gomes também manteve seu 1% de intenção de voto na espontânea. Brancos, nulos e que não pretendem votar são 2% e indecisos 36%.

Em um segundo turno entre Lula e Bolsonaro, a Quaest mostra que 51% das pessoas votariam no petista contra 38% que votaria no atual presidente.

A pesquisa constatou que o pequeno impacto do Auxílio Brasil e da redução do preço dos combustíveis para Bolsonaro não é devido ao desconhecimento do autor das medidas. O levantamento mostra que 58% dos entrevistados atribuem a autoria ao presidente e não aos governadores dos estados.

Os ajustes no Auxílio Brasil e no Vale-Gás, aprovados pelo Congresso Nacional na PEC Kamikaze no dia 13 de julho, foram planejados com o objetivo de ajudar a eleição de Bolsonaro, segundo 62% dos entrevistados. Acreditam que são medidas destinadas a ajudar as pessoas 33% dos entrevistados.

A pesquisa fez 2 mil entrevistas pessoais com brasileiros a partir de 16 anos, entre 11 a 14 de agosto. O nível de confiança é de 95%. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

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A seguir, os candidatos à Presidência
Ciro Gomes, do PDT
Felipe d'Ávila, do Novo
Jair Bolsonaro, do PL
O primeiro turno da eleição para presidente da República está marcado para 2 de outubro de 2022
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O primeiro turno da eleição para presidente da República está marcado para 2 de outubro de 2022

Rafaela Felicciano/Metrópoles
A seguir, os candidatos à Presidência
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A seguir, os candidatos à Presidência

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Ciro Gomes, do PDT
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Ciro Gomes, do PDT

JP Rodrigues/Especial para Metrópoles
Felipe d'Ávila, do Novo
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Felipe d'Ávila, do Novo

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Jair Bolsonaro, do PL
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Jair Bolsonaro, do PL

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Eymael, do DC
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Eymael, do DC

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Leonardo Péricles, do UP
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Leonardo Péricles, do UP

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Luiz Inácio Lula da Silva, do PT
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Luiz Inácio Lula da Silva, do PT

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Simone Tebet, do MDB
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Simone Tebet, do MDB

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Sofia Manzano, do PCB
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Sofia Manzano, do PCB

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Vera Lúcia, do PSTU
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Vera Lúcia, do PSTU

Romerito Pontes/Divulgação
Luciano Bivar (União Brasil) – Vencedor das prévias do partido, Luciano Bivar está oficializado como pré-candidato
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Luciano Bivar (União Brasil) – Vencedor das prévias do partido, Luciano Bivar está oficializado como pré-candidato

Michael Melo/Metrópoles
Pablo Marçal (PROS) – O empresário é pré-candidato à Presidência do Brasil pelo Partido Republicano da Ordem Social (PROS)
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Pablo Marçal (PROS) – O empresário é pré-candidato à Presidência do Brasil pelo Partido Republicano da Ordem Social (PROS)

Igo Estrela/Metrópoles