Guilherme Amado

Governo Lula quer centralizar banco de dados de ataques a jornalistas

Observatório Nacional de Violência Contra Jornalistas terá primeira reunião nesta 4ª feira; ataques à imprensa bateram recorde sob Bolsonaro

atualizado

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Rafaela Felicciano/Metrópoles
Jair Bolsonaro e jornalistas no Palácio do Planalto
1 de 1 Jair Bolsonaro e jornalistas no Palácio do Planalto - Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles

O Ministério da Justiça estuda criar um banco de dados único para centralizar denúncias de violência contra jornalistas e facilitar a responsabilização dos agressores. Criado pela pasta, o Observatório Nacional da Violência contra Jornalistas terá a primeira reunião na próxima quarta-feira (8/2).

O observatório é coordenado pelo secretário nacional de Justiça, Augusto de Arruda Botelho. Além de entidades do setor, o advogado criminalista convidou para as reuniões a Polícia Federal, o Conselho Nacional de Justiça e o Conselho Nacional de Justiça. A ideia é que o governo consiga acionar e cobrar autoridades para investigar intimidações à imprensa no país.

No governo Bolsonaro, os ataques a jornalistas bateram recordes. Um relatório da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) apontou que Jair Bolsonaro foi responsável por uma a cada três violações de liberdade de imprensa em 2021.

Naquele ano, o então presidente atacou a imprensa 147 vezes, sendo 18 agressões verbais aos jornalistas. Em declarações públicas, Bolsonaro também fez ofensas de cunho sexual e ameaçou a um repórter “encher a boca de porrada”.

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