Com Eduardo Barretto (interino), Bruna Lima, Eduardo Ghirotto e Paulo Cappelli

Foragido, bicheiro Rogério de Andrade transitava no Iate Clube do Rio

Rogério de Andrade foi alvo da Operação Calígula, do MP-RJ, e é suspeito também de ter mandado matar a vereadora Marielle Franco

atualizado 16/05/2022 13:07

Randra Fishing Team, do bicheiro Rogério de AndradeReprodução/redes sociais

Foragido da Justiça do Rio de Janeiro, o bicheiro Rogério de Andrade tinha trânsito livre no Iate Clube do Rio de Janeiro até recentemente. O contraventor foi alvo da Operação Calígula na última terça-feira (10/5). A delegada Adriana Belém, outro alvo do MP, foi presa com R$ 1,8 milhão em casa.

Na revista do Iate Clube do Rio de Janeiro de abril, a equipe do “comandante Rogério de Andrade” apareceu como a campeã do “torneio abertura” da temporada de pesca oceânica 2021/2022. Os torneios aconteceram de novembro de 2021 a fevereiro de 2022. A premiação foi em 26 de março, em um jantar refinado no clube.

Em pelo menos duas fotos, o bicheiro aparece segurando um troféu. Sua equipe, a Randra, foi batizada com a junção do seu nome e sobrenome.

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) suspeita que a delegada Adriana Belém, presa na semana passada, tenha favorecido o bicheiro Rogério de Andrade. Ele é sobrinho do bicheiro Castor de Andrade, notório contraventor carioca nas décadas de 1980 e 1990. Os investigadores apuram ainda se Rogério de Andrade mandou matar a vereadora Marielle Franco em 2018.

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