Guilherme Amado

Análise: Paulo Skaf deveria mostrar nome das 200 entidades de manifesto pela democracia

Presidente da Fiesp engavetou unilateralmente a carta em favor da democracia que seria divulgada no início desta semana

atualizado

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MARCELO CAMARGO/ABR
Paulo-Skaf
1 de 1 Paulo-Skaf - Foto: MARCELO CAMARGO/ABR

O empresário Paulo Skaf deveria mostrar os nomes das 200 entidades que assinaram o manifesto que seria divulgado no começo da semana, em defesa da democracia e da estabilidade. Foi Skaf quem o engavetou unilateralmente.

Ao tomar a decisão de suspender a publicação do anúncio nos jornais sem consultar ninguém, oficialmente para buscar mais adesão, Skaf fez um baita serviço a seu aliado Bolsonaro, que teria a maior derrota dos três anos de governo junto à Faria Lima.

Na segunda-feira passada, a Febraban, uma das signatárias do manifesto engavetado, publicou uma nota de esclarecimento dizendo que o o texto era fruto de uma elaboração conjunta de representantes de vários setores, inclusive o financeiro, ao longo da semana passada.

A OAB também chiou. Felipe Santa Cruz, outro signatário, sinalizou a Skaf que não gostou.

Hoje, vence o prazo dado por Skaf para novas adesões, além das 200 que assinaram em menos de 24 horas, como ele mesmo disse em nota, ao justificar o adiamento da publicação do manifesto. A ver o que o presidente da Fiesp fará.

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