Guilherme Amado

A vista grossa da bancada evangélica sobre Bolsonaro com neonazista

Bancada optou por não tomar o lado da comunidade judaica após Jair Bolsonaro receber a alemã Beatrix Von Storch

atualizado

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Saulo Cruz
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1 de 1 bancada-religiosa - Foto: Saulo Cruz

Defensora frequente dos judeus e de Israel, a bancada evangélica optou por não tomar o lado da comunidade judaica e fez vista grossa sobre o encontro de Jair Bolsonaro com a deputada alemã Beatrix Von Storch, neta do ministro da Fazenda de Adolf Hitler e integrante do partido neonazista AfD (Alternativa para a Alemanha, em português).

O presidente da bancada, deputado Cezinha da Madureira, afirmou não ver “nada de mais” no encontro e que é natural que alguém de direita como Bolsonaro se reúna com outros nomes do mesmo espectro.

A atitude diverge de outros momentos em que a bancada evangélica se colocou ao lado de Israel, como quando defendeu a mudança da embaixada brasileira de Tel Aviv para Jerusalém.

A comunidade judaica, porém, manifestou-se contra a aproximação de políticos brasileiros com Von Storch. Na semana passada, a Confederação Israelita do Brasil afirmou que o partido da alemã é xenófobo e extremista. Já o Museu do Holocausto disse que o encontro da alemã com parlamentares brasileiros causava preocupação e inquietude.

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