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Nikolas processou Esquerdogata por difamação e apelido “Chupetola”

Processo tramita no TJDFT e há uma audiência de conciliação marcada para dezembro deste ano. Esquerdogata foi presa em SP no fim de semana

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Deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) durante sessão legislativa Metropoles
1 de 1 Deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) durante sessão legislativa Metropoles - Foto: VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) trava uma briga judicial com a influenciadora Aline Bardy Dutra, conhecida nas redes sociais como Esquerdogata (foto abaixo). Em agosto deste ano, o parlamentar processou Aline por difamação. O processo tramita na 1ª Vara Criminal de Brasília.

Ao apresentar a queixa-crime inicialmente à Polícia Civil de São Paulo, Nikolas afirmou que Aline publicou, em fevereiro de 2025, um vídeo nas redes sociais em que afirmava que o parlamentar era um dos “responsáveis pelo maior esquema de lavagem de dinheiro do tráfico de drogas”, atribuindo, ao final, “o termo pejorativo de ‘Chupetola'” a Nikolas.

Ouvida pela polícia, a Esquerdogata afirmou que, no post, “não existiu nenhum desejo, intenção ou vontade de difamar ou injuriar o deputado”.

Segundo ela, “os dizeres proferidos no post, muito distantes de injúria ou difração, representam exclusivamente a figura de uma crítica à atuação e posicionamento político do parlamentar”.

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Influenciadora Esquerdogata tem mais de 800 mil seguidores
"Esquerdogata", como é conhecida, posta conteúdos sobre política
Influenciadora foi presa por suposto desacato contra PMs
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Militante e comunicadora: quem é Esquerdogata, presa por desacatar PM
Aline Bardy Dutra é comunicadora, professora e militante política
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Aline Bardy Dutra é comunicadora, professora e militante política

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"Esquerdogata", como é conhecida, posta conteúdos sobre política
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"Esquerdogata", como é conhecida, posta conteúdos sobre política

Influenciadora foi presa por suposto desacato contra PMs
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Influenciadora foi presa por suposto desacato contra PMs

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Aline Bardy Dutra, a Esquerdogata, se manifesta após prisão por desacato
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Aline Bardy Dutra, a Esquerdogata, se manifesta após prisão por desacato

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Aline Bardy Dutra, a Esquerdogata, foi presa suspeita de desacatar PM em SP
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Aline Bardy Dutra, a Esquerdogata, foi presa suspeita de desacatar PM em SP

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Em relação ao apelido de Chupetola, Aline alegou que apenas repetiu “alcunhas popularmente usadas em relação ao deputado e de domínio público”.

O Ministério Público de São Paulo (MPSP) determinou que o caso fosse encaminhado ao Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), onde o processo foi protocolado em agosto deste ano.

Na petição inicial, a defesa do deputado pede que o caso seja apurado e que seja fixado pelo juiz o valor da indenização.

“A indenização deve proporcionar à vítima satisfação na justa medida do abalo sofrido, produzindo no causador do mal impacto suficiente para dissuadi-lo de igual e semelhante atentado”, argumentou a defesa do parlamentar.

Em última atualização do processo, a juíza Magna Maria Cysne determinou a realização de uma audiência de conciliação entre os dois, marcada para 3 de dezembro de 2025.

Esquerdogata presa

Aline Bardy foi presa após desacatar policiais militares e resistir à prisão, na madrugada desse sábado (25/10), em Ribeirão Preto, no interior paulista.

O motivo da abordagem, como afirmado por um dos PMs que a prendeu, seria o fato de ela ter supostamente cometido injúria racial contra ele.

Na ocorrência deste final de semana, ela teria se aproximado de PMs do 51º Batalhão do Interior, que haviam acabado de concluir uma ação de fiscalização no cruzamento das Ruas Florêncio de Abreu com Cerqueira César.

Ela empunhava o celular, supostamente registrando sua aproximação, e teria afirmado “um preto querendo foder outro preto”, como consta em relatório da PM, obtido pelo Metrópoles.

Os PMs, então, começaram a gravar a influenciadora com seus celulares. Ela passou a ser indagada sobre a afirmação racista. Aline, então, afirmou que não havia cometido injúria, mas questionado como o policial abordava uma pessoa na mesma “condição de classe” que o militar.

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