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Militante e comunicadora: quem é Esquerdogata, presa por desacatar PM

Aline Bardy Dutra, conhecida nas redes como Esquerdogata, foi presa no sábado após supostamente cometer injúria racial contra um policial

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Aline Bardy Dutra, conhecida nas redes como Esquerdogata, foi presa no sábado após supostamente cometer injúria racial contra um policial - Metrópoles
1 de 1 Aline Bardy Dutra, conhecida nas redes como Esquerdogata, foi presa no sábado após supostamente cometer injúria racial contra um policial - Metrópoles - Foto: Reprodução

Comunicadora, professora e militante política, a influenciadora Aline Bardy Dutra, conhecida como Esquerdogata, soma mais de 800 mil seguidores nas redes sociais e, segundo ela própria, é referência em análises críticas, conteúdos sobre política e debates que unem informação e mobilização.

Aline Dutra foi presa após desacatar policiais militares (PMs) e resistir à prisão, na madrugada desse sábado (25/10), em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo (veja abaixo). O motivo da abordagem, segundo um dos agentes da PM que a prendeu, seria o fato de ela ter supostamente cometido injúria racial contra o agente.

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Aline Bardy Dutra é comunicadora, professora e militante política
"Esquerdogata", como é conhecida, posta conteúdos sobre política
Influenciadora foi presa por suposto desacato contra PMs
Aline Bardy Dutra, a Esquerdogata, foi presa suspeita de desacatar PM em SP
Aline Bardy Dutra, a Esquerdogata, se manifesta após prisão por desacato
Influenciadora Esquerdogata tem mais de 800 mil seguidores
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Influenciadora Esquerdogata tem mais de 800 mil seguidores

Aline Bardy Dutra é comunicadora, professora e militante política
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Aline Bardy Dutra é comunicadora, professora e militante política

"Esquerdogata", como é conhecida, posta conteúdos sobre política
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"Esquerdogata", como é conhecida, posta conteúdos sobre política

Influenciadora foi presa por suposto desacato contra PMs
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Influenciadora foi presa por suposto desacato contra PMs

Aline Bardy Dutra, a Esquerdogata, foi presa suspeita de desacatar PM em SP
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Aline Bardy Dutra, a Esquerdogata, foi presa suspeita de desacatar PM em SP

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Aline Bardy Dutra, a Esquerdogata, se manifesta após prisão por desacato
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Aline Bardy Dutra, a Esquerdogata, se manifesta após prisão por desacato

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Em seu Instagram, ela publica vídeos e textos sobre diversos tópicos, como o mercado financeiro, o “rombo nas contas públicas” e o tráfico de drogas como uma questão de saúde pública.

A Esquerdogata também possui uma loja de produtos como roupas e copos. De acordo com ela, esse empreendimento nasceu do desejo de fortalecer a luta coletiva e levar adiante a mensagem da esquerda de forma criativa, acessível e autêntica.

Aline Bardy já foi condenada em um processo, também por desacato e desobediência contra PMs, conforme registros do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP).

Prisão da Esquerdogata

Aline Bardy Dutra teria se aproximado de PMs do 51º Batalhão do Interior, que haviam acabado de concluir uma ação de fiscalização no cruzamento das Ruas Florêncio de Abreu com Cerqueira César, quando teria afirmado “um preto querendo foder outro preto”, como consta em relatório da PM, obtido pelo Metrópoles.

Os PMs, então, começaram a gravar a influenciadora com seus celulares, que passou a ser indagada sobre a afirmação racista. Aline, então, afirmou que não havia cometido injúria, mas questionado como o policial abordava uma pessoa na mesma “condição de classe” que o militar.

Veja:

Com sinais de embriaguez, condição que a própria influenciadora afirmava estar, Aline Bardy foi presa, momento a partir do qual passou a ofender e desacatar os PMs, com frases preconceituosas sobre salário e cultura.

Em mais de um momento, ela afirmou aos policiais contar com 1 milhão de seguidores nas redes sociais. Ela ainda teria cometido preconceito linguístico, ao afirmar que um dos policiais, em outra audiência na qual ambos participaram, não teria conjugado corretamente um verbo durante o depoimento.

Aline Bardy negou o crime racial, por meio de sua defesa. O advogado Douglas Eduardo Marques afirmou ao Metrópoles, por telefone, que sua cliente “está abalada”, após passar a noite presa. Ela foi solta, ainda no sábado, em audiência de custódia, e terá de cumprir medidas cautelares “de praxe”, como não sair à noite ou frequentar determinados lugares.

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