Esquerdogata humilhou PMs durante abordagem em SP: “Ganham R$ 3 mil”

Influenciadora foi presa após supostamente cometer injúria racial contra um policial em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo

atualizado

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Mulher branca com boné vermelho do MST e camiseta da mesma cor - Metrópoles
1 de 1 Mulher branca com boné vermelho do MST e camiseta da mesma cor - Metrópoles - Foto: Reprodução/Instagram

A influenciadora Aline Bardy Dutra, conhecida nas redes sociais como Esquerdogata, foi presa sábado (25/10) em Ribeirão Preto, no  interior paulista, após ofender e desacatar policiais militares (ouça abaixo).

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Aline Bardy Dutra é comunicadora, professora e militante política
"Esquerdogata", como é conhecida, posta conteúdos sobre política
Influenciadora foi presa por suposto desacato contra PMs
Aline Bardy Dutra, a Esquerdogata, foi presa suspeita de desacatar PM em SP
Aline Bardy Dutra, a Esquerdogata, se manifesta após prisão por desacato
Influenciadora Esquerdogata tem mais de 800 mil seguidores
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Influenciadora Esquerdogata tem mais de 800 mil seguidores

Aline Bardy Dutra é comunicadora, professora e militante política
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Aline Bardy Dutra é comunicadora, professora e militante política

"Esquerdogata", como é conhecida, posta conteúdos sobre política
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"Esquerdogata", como é conhecida, posta conteúdos sobre política

Influenciadora foi presa por suposto desacato contra PMs
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Influenciadora foi presa por suposto desacato contra PMs

Aline Bardy Dutra, a Esquerdogata, foi presa suspeita de desacatar PM em SP
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Aline Bardy Dutra, a Esquerdogata, foi presa suspeita de desacatar PM em SP

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Aline Bardy Dutra, a Esquerdogata, se manifesta após prisão por desacato
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Aline Bardy Dutra, a Esquerdogata, se manifesta após prisão por desacato

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Durante a abordagem e prisão, com frases preconceituosas sobre salário e cultura, ela humilhou os PMs por meio de ostentação de riqueza e classe social. Em um ato de menosprezo, a influenciadora afirmou que os policiais “ganham R$ 3 mil” e demonstrou sua superioridade financeira declarando: “Minha sandália vale o carro de vocês”.

Ela ainda questionou um dos agentes: “Você tem noção de quem é você e quem sou eu?” e afirmou que o policial “não tem dinheiro nem para falar com o advogado” dela.

Aline Bardy, que apresentava “sinais de embriaguez” — condição que a própria influenciadora admitiu– , passou a desacatar e ofender os PMs no momento em que foi presa. Ela também fez alegações sobre sua notoriedade, afirmando aos policiais que contava com um milhão de seguidores nas redes sociais, declarando:

“Sabe que uma militante ser presa, isso vai me fazer deputada federal? Vou mandar em vocês tanto. Você é um policialzinho, ganha licença-prêmio”. Ela chegou ainda chamou um PMs de “facistinha”.

Ouça áudios do desacato

Suposto crime racial

O motivo inicial da abordagem teria sido uma suposta injúria racial cometida pela influenciadora contra um dos policiais. Aline Bardy teria se aproximado dos PMs e afirmado “um preto querendo foder outro preto”, conforme consta em relatório da Polícia Militar. Ela negou ter cometido injúria, mas questionado como o policial abordava uma pessoa na mesma “condição de classe” que o militar.

A influenciadora já havia sido condenada em outro processo judicial por desacato e desobediência contra policiais militares, conforme registros do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP).

Na ocorrência deste final de semana, ela também cometeu preconceito linguístico ao mencionar que um dos policiais não teria conjugado corretamente um verbo, em uma audiência anterior. Além disso, Aline Bardy tentou quebrar o vidro traseiro da viatura onde estava presa, batendo a algema na estrutura, o que exigiu que suas pernas fossem imobilizadas.

A influenciadora foi solta após audiência de custódia, na tarde de sábado, mas deve cumprir medidas cautelares, como não sair à noite e comprovar a cada 60 dias que está realizando tratamento psicológico. Por meio de sua defesa, ela negou o crime racial.

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