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Justiça mantém prisão do maníaco Marinésio: “Periculosidade extrema”

Marinésio foi condenado pelo assassinato de Letícia Sousa Curado de Melo e o estupro de uma jovem de 17 anos. Ele responde por outros crimes

atualizado 17/01/2022 17:35

Homem presoAndre Borges/Especial para o Metrópoles

O Tribunal do Júri de Planaltina manteve a prisão do maníaco Marinésio Olinto dos Santos, acusado de estuprar e matar mulheres no Distrito Federal.

Na decisão disponibilizada nesta segunda-feira (17/1), o juiz Taciano Vogado Rodrigues Júnior escreveu que as razões que levaram à prisão de Marinésio permanecem inalteradas.

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“Conforme consta nos autos, a prisão foi decretada visando resguardar a ordem pública, tendo em vista a gravidade concreta do fato em questão, somada à periculosidade extrema aparentemente demonstrada pelo acusado em seu modo de agir, e diante do elevado risco de reiteração delitiva”, assinalou o juiz.

Em 2021, o Tribunal do Júri de Planaltina condenou Marinésio pelo assassinato da advogada e funcionária terceirizada do Ministério da Educação Letícia Sousa Curado de Melo, 26 anos. A pena, inicialmente fixada em 37 anos, foi reduzida para 34 anos e 7 meses.

Marinésio também foi denunciado pelo homicídio de Genir Pereira de Sousa, em Planaltina. Apontado pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) como maníaco em série, o cozinheiro foi condenado a 10 anos de prisão pelo estupro de uma adolescente de 17 anos, numa área isolada do Paranoá, em 2018.

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