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Caso Letícia: Marinésio tem pena reduzida de 37 para 34 anos de prisão

Marinésio Olinto foi condenado pelo assassinato da advogada Letícia Curado. A pena foi reduzida pela confissão da ocultação de cadáver

atualizado 08/12/2021 14:12

Homem presoAndre Borges/Especial para o Metrópoles

A 3ª Turma Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) manteve a condenação do maníaco Marinésio Olinto dos Santos, mas reduziu a pena de 37 anos para 34 anos, 7 meses e 15 dias de prisão.

Marinésio assassinou a advogada e funcionária terceirizada do Ministério da Educação Letícia Sousa Curado de Melo, com requintes de crueldade. A 3ª Turma Criminal reduziu a pena por reconhecer a atenuante da confissão espontânea no crime de ocultação de cadáver, à época da investigação.

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O assistente de acusação contratado pela família de Letícia, advogado Igor Costa Alves, disse que todos os outros pedidos da defesa foram recusados. “Quanto a todas as outras teses, a acusação foi vencedora. Todas as qualificadoras foram mantidas”, afirmou.

O advogado Otávio Antônio Gaiato de Oliveira também atuou a favor da vítima no caso.

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Lembre o caso

Em 23 de agosto de 2019, por volta das 8h, entre o Vale do Amanhecer e a DF-230, o réu abordou Letícia em uma parada de ônibus e ofereceu carona. Quando ela estava dentro do carro, Marinésio tentou forçá-la a ter relações sexuais. Letícia recusou-se e reagiu. Marinésio, então, esganou a vítima, que morreu asfixiada.

Ele escondeu o cadáver dentro de uma manilha à margem da rodovia e furtou pertences da vítima: um relógio, um pen-drive, uma nécessaire e um aparelho celular. Os objetos foram apreendidos dentro do veículo quando ele foi preso em flagrante.

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