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Juiz põe em sigilo caso de Pedro Turra: “Testemunhas são adolescentes”
O juiz Wagno de Souza colocou o processo que trata da agressão de Pedro Turra a um adolescente de 16 anos em sigilo
atualizado
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O juiz Wagno de Souza, da 2ª Vara Criminal de Taguatinga, colocou em sigilo o processo que trata da agressão do ex-piloto Pedro Turra a um adolescente de 16 anos. A decisão foi publicada nesta quinta-feira (5/2).
No entendimento do magistrado, o caso deve seguir em segredo porque “vítima e diversas testemunhas são adolescentes”.
Wagno de Souza frisou que “a vítima e diversas testemunhas são adolescentes, o que atrai a incidência de normas protetivas específicas e cogentes”.
“Os processos que apuram violência doméstica e familiar contra a criança e o adolescente devem tramitar sob segredo de justiça, visando resguardar a integridade psíquica e a intimidade das vítimas“, afirmou.
Para o magistrado, se o processo permanecesse público, “sujeitaria os menores a uma indesejada exposição de suas vidas privadas e do trauma vivenciado, contrariando o princípio da proteção integral”.
O piloto Pedro Turra é acusado de agredir um adolescente de 16 anos em 23 de janeiro. A vítima foi internada e segue em coma e em estado grave.
Turra chegou a ser preso, pagou uma fiança de R$ 24 mil e foi solto um dia após o ocorrido. Dias depois, foi preso novamente após testemunhas denunciarem outras agressões.
A defesa levou o pedido de liberdade para o Superior Tribunal de Justiça (STJ), onde, até esta quinta-feira (5/2), o caso ainda não foi analisado.










