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Grande Angular

Fachin adia, sem nova data, reunião com OAB sobre crise no STF

No mesmo dia, será realizada reunião do Colégio de Presidentes que reunirá dirigentes de 27 seccionais e integrantes do Conselho Federal

07/09/2026 16:36, atualizado 07/09/2026 16:42
BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
Fachin adia, sem nova data, reunião com OAB sobre crise no STF

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, adiou reunião que teria com o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Beto Simonetti, e outros integrantes da cúpula do órgão.

O encontro para falar da crise no STF estava marcado para esta quarta-feira (9/9), mas foi adiado por Fachin sem nova data marcada, segundo comunicado divulgado internamente na OAB. No mesmo dia, será realizada reunião do Colégio de Presidentes que reunirá dirigentes de 27 seccionais e integrantes do Conselho Federal.

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A Lei nº 15.472 altera o Estatuto da Advocacia
Beto Simonetti presidente da OAB Nacional chega ao Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), em Brasília, após o incêndio na manhã deste sábado (27/07).
Beto Simonetti, presidente nacional da OAB
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Beto Simonetti, presidente nacional da OAB

OAB/Divulgação
A Lei nº 15.472 altera o Estatuto da Advocacia
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A Lei nº 15.472 altera o Estatuto da Advocacia

OAB
Beto Simonetti presidente da OAB Nacional chega ao Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), em Brasília, após o incêndio na manhã deste sábado (27/07).
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Beto Simonetti presidente da OAB Nacional chega ao Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), em Brasília, após o incêndio na manhã deste sábado (27/07).

Igo Estrela/Metrópoles

As seccionais da OAB nos estados têm se manifestado sobre os pedidos de investigação de Alexandre de Moraes e de André Mendonça. O Conselho Federal da OAB deve se reunir em breve para deliberar sobre o posicionamento oficial da entidade no caso.

O ministro Edson Fachin abriu procedimento para apurar possível nulidade em ações do ministro André Mendonça no caso do Banco Master ao pedir que a Polícia Federal intensificasse apurações sobre o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e o ministro Alexandre de Moraes.

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Moraes incluiu André Mendonça no inquérito das fake news, mas Fachin retirou o pedido de Moraes e submeteu o caso à presidência, comandada por ele.