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Broncopneumonia: Bolsonaro está na UTI com febre, calafrios e sudorese
Segundo boletim médico publicado por Michelle Bolsonaro, o ex-presidente foi internado e iniciou tratamento
atualizado
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O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-DF) foi internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital DF Star nesta sexta-feira (13/3) após apresentar um quadro de febre alta, queda de saturação, sudorese e calafrios.
Segundo o boletim médico publicado pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, o ex-presidente fez exames de imagens e laboratoriais que confirmaram uma broncopneumonia bacteriana bilateral de provável origem aspirativa.
“No momento, encontra-se internado em unidade de terapia intensiva, em tratamento com antibioticoterapia venosa e suporte clínico não invasivo”, diz o boletim. A nota foi assinada pelos médicos do ex-presidente.
Bolsonaro passou mal na cela em que está, na Papudinha. A equipe médica de plantão optou por transferir Jair Bolsonaro para o hospital na manhã desta sexta, a fim de que o quadro fosse investigado.
O ex-presidente Jair Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e 3 meses na Papudinha, presídio localizado no complexo da Papuda, no Distrito Federal, desde o dia 15 de janeiro.
Saúde de Bolsonaro
Bolsonaro trata complicações intestinais desde 2018, em decorrência de uma facada que sofreu durante a campanha eleitoral, que o levou à realização de diversos procedimentos cirúrgicos. Na Papudinha, o ex-presidente conta com apoio de uma equipe médica.
Em 5 de março, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) negou, por unanimidade, o pedido da defesa para transferir o ex-presidente para prisão domiciliar.
A defesa alegou “existência de risco de vida e a incompatibilidade entre o ambiente carcerário e o rigor das terapias contínuas exigidas” por Bolsonaro. O colegiado, contudo, afastou as afirmações.
“As condições e adaptações específicas da unidade prisional atendem, integralmente, as necessidades do condenado, com a possibilidade e efetiva realização de serviços médicos contínuos, com múltiplos atendimentos diários, realização de sessões de fisioterapia”, alegou Alexandre de Moraes, relator do caso, em seu voto ao negar o pedido.








