Fabio Serapião

Moraes prorroga inquérito da PF sobre plano para matar Lula

Após pedido da PF, ministro do Supremo prorrogou por 60 dias a apuração sobre plano para matar Lula, Alckmin e o próprio Moraes

atualizado

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Moraes
1 de 1 Moraes - Foto: Igo Estrela/Metrópoles

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), prorrogou por mais 60 dias a investigação sobre um suposto plano que envolvia militares para monitorar e matar o atual presidente Lula (PT), o vice, Geraldo Alckmin (PSB), e até o próprio Moraes.

“Considerando a necessidade de prosseguimento das investigações, com a realização das diligências ainda pendentes, nos termos previstos no art. 230-C, § 1º, do Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal, prorrogo por mais 60 (sessenta) dias a presente investigação”, afirmou o ministro em decisão desta sexta-feira (4/7).

A decisão vem depois de um pedido no início de junho da Polícia Federal (PF), que conduz as apurações, para que o prazo da investigação fosse ampliado para que a corporação pudesse “dar continuidade à investigação”.

No curso das apurações, foram identificados indícios de ações ilícitas que envolviam militares com formação nas Forças Especiais do Exército, os chamados “kids pretos”, para executar o plano contra autoridades brasileiras.

As ações teriam sido realizadas entre novembro e dezembro de 2022, a incluíam plano de monitorar e eventualmente até matar os presidente e vice recém eleitos na época, no caso Lula e Alckmin, e o ministro do STF Alexandre de Moraes.

A investigação aponta que o objetivo do grupo era impedir a posse do governo eleito.

STF

Foi no curso desse processo que, em novembro de 2024, cinco pessoas foram presos preventivamente: os militares Hélio Ferreira Lima, Rafael Martins de Oliveira, Rodrigo Bezerra Azevedo, o general da reserva Mário Fernandes e o agente da Polícia Federal Wladimir Matos Soares.

Como mostrou a coluna, áudio obtidos pela PF mostram que Soares vazou informações da segurança de Lula quando ele já havia sido eleito.

Todos os cinco também foram denunciados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) na trama golpista e atualmente respondem a ações que tramitam igualmente no STF.

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