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Fábia Oliveira

Prima reage após invasão à casa do tio de Suzane von Richthofen

Através de suas advogadas, Silvia Magnani afirmou estar preocupada com os episódios de "saques, violações e invasões" ocorridas recentemente

02/02/2026 14:04, atualizado 02/02/2026 14:05
Instagram/Reprodução
Mapa astral de Suzane von Richthofen, de 2021, viraliza: "Narcisista" - Metrópoles

A disputa pela herança de Miguel Abdalla Netto, tio de Suzane von Richthofen e ex-tutor de Andreas, ainda está dando o que falar. Após a sobrinha entrar na casa do médico, que morreu no início de janeiro, e retirar pertences, a prima, Silvia Magnani, que afirma ser ex-companheira dele se manifestou.

“Por meio de suas advogadas, Silvia Magnani manifesta grande preocupação diante dos episódios de saques, violações e invasões ocorridos na residência de Miguel Abdalla Netto, seu primo e companheiro de mais de uma década”, começou a nota, assinada por Marielli Helena Arruda e Débora Cristina Vaccari, e enviada com exclusividade para a coluna Fábia Oliveira.

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Em seguida, as especialistas afirmaram: “Causa profunda indignação a informação de que houve até troca das fechaduras do imóvel e subtração planejada de um veículo que faz parte do espólio sem qualquer autorização judicial prévia”, comentaram.

Inventário

Ainda segundo o comunicado, as atitudes de Suzane von Richthofen “reforçam a necessidade de que o inventário seja conduzido por uma pessoa idônea, responsável e comprometida com a legalidade, capaz de proteger o legado de Miguel, resguardar os bens do espólio e preservar a honra da família”, afirmou o texto.

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Em 31 de outubro de 2002, Suzane, então com 19 anos, planejou o assassinato dos próprios pais, Manfred von Richthofen e Marísia von Richthofen, dentro da casa da família, em São Paulo.
Depois do crime, Suzane ajudou a encenar um assalto para despistar a polícia. No início, o caso foi tratado como latrocínio, mas inconsistências nos depoimentos e nas provas levaram à descoberta do envolvimento dela.
Em 2006, ela e os irmãos Cravinhos foram julgados e condenados.
O principal motivo apontado foi o relacionamento de Suzane com Daniel, que não era aceito pelos pais, além de interesse financeiro na herança.
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Suzane von Ritchthofen.
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Suzane von Ritchthofen.

Reprodução/Internet e Arquivo Pessoal.
Em 31 de outubro de 2002, Suzane, então com 19 anos, planejou o assassinato dos próprios pais, Manfred von Richthofen e Marísia von Richthofen, dentro da casa da família, em São Paulo.
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Em 31 de outubro de 2002, Suzane, então com 19 anos, planejou o assassinato dos próprios pais, Manfred von Richthofen e Marísia von Richthofen, dentro da casa da família, em São Paulo.

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Depois do crime, Suzane ajudou a encenar um assalto para despistar a polícia. No início, o caso foi tratado como latrocínio, mas inconsistências nos depoimentos e nas provas levaram à descoberta do envolvimento dela.
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Depois do crime, Suzane ajudou a encenar um assalto para despistar a polícia. No início, o caso foi tratado como latrocínio, mas inconsistências nos depoimentos e nas provas levaram à descoberta do envolvimento dela.

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Em 2006, ela e os irmãos Cravinhos foram julgados e condenados.
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Em 2006, ela e os irmãos Cravinhos foram julgados e condenados.

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O principal motivo apontado foi o relacionamento de Suzane com Daniel, que não era aceito pelos pais, além de interesse financeiro na herança.
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O principal motivo apontado foi o relacionamento de Suzane com Daniel, que não era aceito pelos pais, além de interesse financeiro na herança.

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Suzane e Daniel receberam 39 anos de prisão. Christian foi condenado a 38 anos.
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Suzane e Daniel receberam 39 anos de prisão. Christian foi condenado a 38 anos.

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Suzane von Richthofen deu entrevista ao apresentador Gugu
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Suzane von Richthofen deu entrevista ao apresentador Gugu

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Andreas tinha 15 anos quando os pais foram assassinados a mando da irmã
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Andreas tinha 15 anos quando os pais foram assassinados a mando da irmã

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E prosseguiu: “Silvia Magnani esclarece que foi a responsável por todos os trâmites do sepultamento de Miguel, observando rigorosamente os procedimentos legais, além de colaborar integralmente com as autoridades competentes, prestando todas as informações solicitadas tanto na investigação sobre a morte quanto nos fatos relacionados às invasões no imóvel”, garantiu a nota.

Investigações e Justiça

No fim no texto, as advogadas falaram sobre a expectativa para resolução do caso: “A família aguarda, com serenidade, o avanço das investigações pelas autoridades policiais. Reitera ainda total confiança no Poder Judiciário para que a condução do inventário e a preservação do patrimônio de Miguel Abdalla Netto ocorram de forma justa e transparente”, afirmaram.

Fontes ligadas à coluna revelaram, ainda, que as representantes legais de Silvia Magnani vão peticionar no processo de inventário pra exigir que o carro seja devolvido imediatamente e protestar contra as atitudes da Suzane.