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Fábia Oliveira

MC Poze: defesa se manifesta após prisão preventiva ser decretada

Advogado do funkeiro afirmou confiar na Justiça após decisão que manteve o cantor detido no âmbito da Operação Narco Fluxo

Fábia Oliveira23/04/2026 21:10, atualizado 23/04/2026 22:42
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Reprodução/redes sociais.
MC Poze do Rodo

A defesa do cantor MC Poze do Rodo se manifestou nesta quinta-feira (23/4) após a Justiça Federal converter a prisão temporária do artista em preventiva.

Horas antes, o Superior Tribunal de Justiça havia concedido habeas corpus que beneficiava o funkeiro, mas a decisão acabou sendo revertida com o novo despacho judicial.

Em nota encaminhada à coluna, o advogado Fernando Henrique Cardoso afirmou estar confiante na revogação da medida.

“Não há nada de novo em relação a Marlon Brandon neste novo decreto prisional. Levaremos os motivos que devem revogar esta prisão à Justiça, sempre confiantes no Poder Judiciário”, declarou a defesa.

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O cantor está preso desde abril
Ele é alvo da Operação Narco Fluxo
Pelo menos oito criminosos participaram da ação
Poze registrou boletim de ocorrência
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Pelo menos oito criminosos participaram da ação
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Pelo menos oito criminosos participaram da ação

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Poze registrou boletim de ocorrência
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Poze registrou boletim de ocorrência

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Entenda o caso

A Justiça Federal determinou, na tarde desta quinta-feira (23/4), a conversão em prisão preventiva de Ryan Santana dos Santos, o MC Ryan, de Marlon Brendon Coelho Couto da Silva, conhecido como MC Poze do Rodo, e dos demais alvos da Operação Narco Fluxo.

A medida foi tomada pela 5ª Vara Federal de Santos após solicitação da Polícia Federal.

Segundo as investigações, o grupo é suspeito de integrar uma organização criminosa estruturada para lavagem de dinheiro ligada a apostas e rifas ilegais. A apuração aponta movimentação financeira superior a R$ 1,6 bilhão.

O novo desdobramento ocorreu poucas horas depois de o Superior Tribunal de Justiça conceder habeas corpus aos presos na operação. A decisão considerou irregular a manutenção das detenções, já que o pedido inicial da Polícia Federal previa prisão por cinco dias, e não por 30 dias, como havia sido determinado anteriormente.

Apesar da concessão do habeas corpus, a Polícia Federal apresentou novo pedido de prisão preventiva, que acabou aceito pela Justiça Federal. Com isso, os investigados seguem detidos.

Os alvos da operação estão presos desde o último dia 15.

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