
Fábia OliveiraColunas

Irmã de Deolane detona soltura de Monique Medeiros e compara casos
A advogada Dayane Bezerra, irmã de Deolane Bezerra, se revoltou com a soltura de Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel
atualizado
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A advogada Dayane Bezerra, irmã da influenciadora Deolane Bezerra, voltou às redes sociais para lamentar a prisão da famosa, detida na Cadeia Feminina de Tupi Paulista, no interior de São Paulo. Ela aproveitou para comparar o caso da familiar ao de Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, solta nesta quinta-feira (4/6).
Críticas
Nos stories do Instagram, Dayane questionou a autorização para que Monique deixasse a prisão e traçou paralelos com a situação da irmã. Segundo ela, Deolane “cria três filhos sozinha”, mas segue afastada da família por “acusações que ainda estão sendo discutidas”.
“É difícil compreender. Enquanto Monique Medeiros foi autorizada a voltar para casa, Deolane continua privada da convivência com a filha por conta de acusações que ainda estão sendo discutidas”, começou a advogada.
Ela completou: “Uma mulher dessa ganha a liberdade de ir para as ruas; a outra que criou e cria três filhos sozinha segue lutando pelo direito de estar ao lado da filha que depende exclusivamente dela. Situações como essa fazem muitas pessoas questionarem os critérios adotados pela Justiça”, encerrou.
Soltura
Nesta quinta (4/6), Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, deixou a prisão após a Justiça do Rio de Janeiro expedir o alvará de soltura. A professora recebeu o perdão judicial no julgamento da morte do filho, realizado no 2º Tribunal do Júri do Rio de Janeiro.
A juíza Elizabeth Machado Louro citou questões de gênero ao decidir pelo perdão judicial. Monique teve a acusação de homicídio doloso desclassificada para homicídio culposo (quando não há intenção de matar) pelo júri.
Ao anunciar a dosimetria da pena, a juíza afirmou que Monique já sofreu um castigo severo o suficiente devido aos julgamentos da sociedade, que espera que a mulher seja uma ”mãe perfeita”. A magistrada disse que a reação da sociedade foi desproporcional ao papel de Monique na morte do menino.
A decisão do Tribunal do Júri foi divulgada ao fim do 10° dia de julgamento. O 2° Tribunal de Justiça da Capital, no Rio de Janeiro, declarou o ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, culpado pelos crimes de homicídio duplamente qualificado, prática de tortura e coação no curso do processo.











