Gil do Vigor se revolta e desabafa após mãe ser constrangida em loja.
Dona Jacira contou que uma funcionária se recusou a informar o preço de um vinho por considerar que ela não teria condições de comprá-lo
Gil do Vigor usou as redes sociais para defender a mãe, Jacira Santana, após ela relatar ter sido destratada por uma funcionária ao perguntar o preço de um vinho em uma loja. Indignado, o ex-BBB criticou a postura da atendente e afirmou que ninguém deve ser julgado pela aparência.
Segundo Gil, a situação aconteceu enquanto Dona Jacira fazia compras para receber amigos em casa.
“Gente, eu não vou dar baile porque mainha falou para eu não fazer. Mas olha que coisa… mainha foi agora comprar um vinhozinho, meus amigos estão vindo aqui em casa, e ela estava no mercado, viu um vinho, falou: ‘Moça, aquele vinho ali, quanto é o preço?’. Aí a mulher: ‘Não é aqui não, moça, é lá atrás’. Aí mainha olhou, falou assim: ‘Não, moça, aquele dali não é o vinho?’. Aí a mulher falou assim: ‘É porque aqui são os valores mais altos'”, contou.

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Ver todasRevoltado, Gil do Vigor questionou a atitude da funcionária. “Pois ela tem o quê? Uma bola de cristal, é? Que fala quanto mainha pode pagar ou deixar de pagar? E é da conta dela? Dizer se mainha tem dinheiro ou não tem? Ela tem que falar o preço, rapaz! Trabalho dela é para ver, olhou o preço, falar o preço”, disparou ele.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesDona Jacira também comentou o episódio e revelou que não foi a primeira vez que passou por uma situação parecida.
“Ela não quis nem me falar… eu falei: ‘mas eu quero ver ela’, ela deu as costas e saiu. Um rapaz veio e me atendeu, muito educado. Eu já sou acostumada com essas coisas, não é a primeira vez não, né? Roupa… essa roupa já passou por tanta coisa”, desabafou.
Na sequência, Gil do Vigor voltou a defender a mãe e criticou o preconceito baseado na aparência.
“Só porque mainha foi assim tranquila? Mainha é obrigada ao quê agora? Tá usando o quê? Dolce & Gabbana para poder ir comprar e ser atendida, é? Mas é cada uma… Eu não vou lá não porque mainha falou: ‘não vai dar bafo não’.”
Apesar do pedido da mãe para evitar confusão, o economista afirmou que pretende conversar com a funcionária.
“Mas eu vou lá sim, viu? Porque essa pessoa constrangeu minha mãe, também vai ter que ser constrangida. Falar: ‘Moça, aprende o seguinte, que eu já trabalhei com público a minha vida inteira. A pessoa pode estar pelada, se ela perguntar: ‘Quanto é que está ali?’, com licença, senhora, tem que atender bem.’ Todos merecem ser atendidos bem, independente. A pessoa pode nem ter dinheiro para comprar, mas tem que ser bem atendido. Porque todos merecem isso. E quem trabalha direito tem que saber, entendeu? Mas é o que me faltava mesmo, viu? Eu, hein!”, finalizou ele.
















