
Fábia OliveiraColunas

Filhas de Stênio Garcia rebatem queixas de vulnerabilidade do pai. Vídeo
Em entrevista recente, Cássia e Gaya Piovesan Faro falaram sobre a ação aberta pelo ator contra elas e desabafaram sobre a falta de contato
atualizado
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A treta judicial entre Stênio Garcia e as duas filhas parece estar longe de terminar. E as duas herdeiras do ator, Cássia e Gaya Piovesan Faro, resolveram falar sobre o caso e rebateram as declarações de que ele seria vulnerável financeira e emocionalmente.
“A gente está sendo exposta de uma maneira que ainda não conseguiu entender. Até agora a gente não consegue compreender porque esse processo está no nosso nome”, afirmou Gaya, em entrevista ao Domingo Espetacular, da Record.
O apartamento da disputa
Durante o bate-papo, Gaya falou sobre o apartamento que vem sendo alvo da disputa: “Esse apartamento foi comprado quando eu tinha 12 anos, e minha irmã 13, porque o meu pai precisava colocar a gente em um lugar para morar”, recordou.
E comentou: “Como a gente não conseguia morar com a nossa mãe [Clarice Piovesan], a gente achou que ele ia pegar a gente para morar com ele, mas não aconteceu. A gente chegou a morar sozinha lá, mesmo menores”, explicou ela.
Logo depois, a irmã desabafou sobre a ausência do pai na infância: “A profissão dele sempre foi muito importante para ele, a família vinha depois”, disparou Cássia.
Rebateram a vulnerabilidade
Ainda na conversa com a reportagem, as herdeiras de Stênio Garcia comentaram sobre a justificativa de falta de dinheiro do pai: “Ele não se encontra em nenhuma condição financeira vulnerável. Ele nunca precisou de ajuda nenhuma, nunca”, garantiu Cassia, antes de completar:
“Nem financeiramente nem emocionalmente. Nunca. Ele é um idoso de alto poder aquisitivo”, disse ela.
Abandono afetivo
As filhas aproveitaram também para comentar o acusação de abandono efetivo feita pelo ator. Em entrevista recente, ele declarou: “Me incomoda, é muito delicado você ficar assim… parece sempre que você está disputando uma posição. Eu, com 90 e tantos anos, já passei dessa faixa de interesse econômico, financeiro”, desabafou ele.
Cassia afirmou terem tentado contato com o pai, sem sucesso: “Nunca abandonamos ele. Pelo contrário, o afastamento foi por parte dele. E, mesmo ele tendo se afastado, a gente nunca deixou de procurar ele em momento algum. A gente tenta, mas também não consegue falar com ele”, pontuou.
E finalizou: “Ele foi ausente, emocionalmente, mas eu amo meu pai Cassia”, afirmou.

















