Esposa de Lito Sousa desabafa após crítica do filho: "Cara de doente".
Mila Seidl usou os stories do Instagram, na terça-feira (15/9), para falar sobre a perda de peso em meio ao problema de saúde do marido
A esposa de Lito Sousa, que foi diagnosticado com a doença de Creutzfeldt-Jakob, perdeu peso por conta do estresse, da preocupação e da rotina com o acompanhamento do influenciador no hospital.
Mila Seidl usou os stories do Instagram, na terça-feira (15/9), para recordar um comentário do filho e desabafar sobre autocuidado, que ficou um pouco abandonado nesse período.

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Ver todas“Ontem meu filho falou que eu estava com cara de doente, porque eu sempre fui muito arrumada, fiz cabelo, maquiagem, sempre muito vaidosa, e agora não estou. Como dá para ver, não faço nada no cabelo mais e nem na unha há dois meses. Hoje botei um negocinho no olho para ver se passa um pouco essa imagem diferente do que de fato eu sou”, começou.
Reação após a crítica
Em seguida, ela contou que reagiu: “No meio disso tudo, a última coisa que você pensa é em se arrumar. Hoje quis me arrumar para ver o Lito bonitinha. E sobre essa magreza que estou, não é Mounjaro, não. Tem outro nome: estresse. Essa não tem graça. Não tem um gostinho feliz, sabe? Nem tem roupa que me sirva”, desabafou.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesNa gravação, Mila Seidl aproveitou para comentar sobre a chegada da medicação experimental: “Você viram que emocionante o vídeo do medicamento sendo trazido de helicóptero pra cá? Foram amigos do Lito e parceiros que ajudaram muito, óbvio, e teve uma liberação mais rápida nos órgãos”, afirmou, antes de completar:
“Isso acontece todo santo dia, a diferença é que esses bastidores as pessoas não têm visibilidade, acabaram mostrando porque era algo que todo mundo queria saber, mas quase todo dia tem medicamento vindo de fora”, declarou.
Sentimento
Logo depois, a esposa de Lito comemorou: “Estou muito feliz de estar envolvida nisso. É uma parte da história, feliz. Dentro de todas as coisas ruins, tem coisas boas e a gente precisa olhar e entender. [A coisa boa] é a possibilidade de trazer esses tratamentos para o Brasil para [ajudar] outras pessoas e os estudos serem feitos no Brasil”, comentou.
No fim, ela pontuou: “Sendo bem sincera, isso não seria viável se não tivesse tido todo esse alcance da história do Lito. Talvez não agora, com tamanha rapidez. É gratificante tentar ajudar porque sei o que estão vivendo”, concluiu.




















