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É o bicho!

Peixe PCD recebe suporte para voltar a nadar com amigos

Após ficar paraplégica, peixe ganha dispositivo flutuante de isopor e fita para curtir o lago com supervisão de sua tutora

23/10/2026 02:00
@pequenosprincipes / Reprodução / Instagram
Peixe PCD

Francis Carvalho, tutora de uma peixinha PCD chamada Martelinho, fez um suporte flutuante após o animal ficar paraplégico e perder os movimentos. Os cuidados especiais exigem atenção constante e o uso de uma estrutura feita de isopor, fita de cetim e presilha para mantê-la na posição correta para nadar.

Com essa solução criativa, o bichinho consegue retornar diariamente ao lago para interagir com os outros animais.

A dedicação da tutora transformou a rotina do peixe, provando que o carinho é essencial para garantir qualidade de vida mesmo diante de limitações físicas.

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@pequenosprincipes / Reprodução / InstagramPeixe PCD
O suporte foi feito para proporcionar qualidade de vida para o bichinho

A história de Martelinho chamou atenção ao mostrar a realidade de um peixe que perdeu a capacidade de nadar por conta de um acidente com o filtro de água que o deixou paraplégico. O animal passou a viver estático e sem conseguir se movimentar sozinho pelo ambiente.

Por ter perdido o movimento das nadadeiras, o peixe ficava restrito a um local separado e sem acesso ao lago principal, o que motivou a criadora a buscar uma alternativa para devolver a alegria do pet.

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Com o suporte, a peixinha pode voltar a nadar com todos os peixes do lago principal

Cuidados e amor com o peixe

O diagnóstico da paralisia foi confirmado após avaliação com um especialista na espécie, que orientou os cuidados específicos para garantir a saúde do animal. O acompanhamento profissional foi fundamental para estruturar a rotina de exercícios e garantir o suporte correto.

Pensando no bem-estar do peixinho, a tutora montou uma estrutura flutuante simples a fim de mantê-la alinhada na água e curtir o mesmo ambiente que todos os outros bichos. “Eu precisava criar alguma coisa que mantivesse o corpo dela na posição certa”, explicou a tutora sobre a invenção.

Como o peixe não pode ficar sozinho, para evitar acidentes, a tutora dedica pelo menos 30 minutos diários para supervisionar o nado. “Se ela precisa de mim para conseguir fazer isso, eu vou ficar por aqui”, destacou, mostrando que o afeto pelo peixe supera qualquer obstáculo.