É o bicho!

Cadela abandonada em aeroporto em SP vira mascote de apoio emocional

A cadela circulava pelo terminal antes de ser adotada pela equipe do aeroporto. Batizada de Charlie, virou mascote de apoio aos passageiros

atualizado

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Reprodução/Instagram
Fotos coloridas de cadela em Aeroporto de Guarulhos
1 de 1 Fotos coloridas de cadela em Aeroporto de Guarulhos - Foto: Reprodução/Instagram

Este mês, o Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, ganhou uma nova e carismática colaboradora. Estamos falando de Charlie, uma cadela que foi abandonada na região e agora é, oficialmente, a mascote da concessionária responsável pelo local, a GRU Airport.

A adoção

Antes de ser adotada — em um processo que se estendeu por alguns meses —, a simpática caramelo circulava pelos terminais como se fosse mais uma passageira. Ao notarem sua presença, funcionários passaram a observar seu movimento, na expectativa de que algum tutor aparecesse para buscá-la.

Fotos coloridas de cadela Charlie no Aeroporto de Guarulhos
A pet recebeu diversos cuidados após a adoção

Como isso não aconteceu, a equipe decidiu agir. Charlie recebeu cuidados veterinários completos, incluindo castração, vermifugação e banho. Além disso, iniciou um processo de adestramento, enquanto os responsáveis avaliavam os momentos mais adequados para que ela transitasse no aeroporto como mascote de apoio emocional.

Com a adoção formalizada, a cadela ganhou credencial, uniforme e até um colete oficial. O nome foi escolhido por meio de votação interna, e carrega um detalhe curioso: a vira-lata foi vista pela primeira vez no portão C — e, no alfabeto fonético da aviação, Charlie é o termo utilizado para representar essa letra.

Fotos coloridas de cadela em aeroporto
O colete de Charlie leva a identificação “GRU AU01”
“Ela conquistou todo mundo desde a primeira vez que apareceu. Percebemos que, mais que uma oportunidade de cuidar de um animal que precisava de um lar, poderia trazer algo muito especial para o ambiente. Viajar muitas vezes envolve ansiedade, correria e expectativa e a presença dela pode transformar esses momentos para quem passa por Guarulhos”, declarou Cíntia Nunes, gerente de comunicação do aeroporto.

O trabalho

Apesar do título de mascote, Charlie não vive no aeroporto. Na verdade, ela fica hospedada em um hotel próximo, ao lado de outros pets, e visita o terminal em horários específicos. Sua atuação envolve apenas passear pelo local e, principalmente, tornar o dia dos passageiros mais leve e acolhedor.

Veja vídeo sobre a história da canina:

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