Dinheiro e Negócios

A pedido do Bradesco, Justiça limita venda de bens de diretor da Ambipar

Banco é credor da multinacional brasileira. Protesto contra alienação de bens foi determinado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP)

atualizado

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Divulgação/Ambipar
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1 de 1 Imagem de fachada de unidade da Ambipar - Metrópoles - Foto: Divulgação/Ambipar

Decisão da 18ª Vara Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) atendeu pedido do Bradesco e determinou o protesto contra a alienação de bens do diretor de Integração e Finanças da Ambipar, Thiago da Costa Silva.

A medida judicial não impede a venda de bens, mas torna pública a disputa sobre eles e, assim, alerta possíveis compradores sobre o litígio. O objetivo é proteger o credor que, no caso, é o Bradesco.

O Grupo Ambipar apresentou, nessa segunda-feira (20/10), à 3ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Estado do Rio de Janeiro pedido de recuperação judicial.

A medida, informa a empresa, busca reestruturar dívidas, de cerca de R$ 10,5 bilhões, proteger as operações e manter mais de 23 mil empregos diretos, além da continuidade dos serviços prestados.

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