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Claudia Meireles

Vampire Facial: veja técnica que injeta sangue para rejuvenescer rosto

Procedimento estético feito com o plasma sanguíneo do próprio paciente promete deixar a pele mais firme e sem rugas

30/08/2021 04:50
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Vampire Facial 2

O que você faria para ter uma pele jovem, sem rugas ou flacidez e com luminosidade natural? Nos Estados Unidos e na Coreia do Sul, a tendência da vez nas clínicas de estética é aplicar o sangue dos próprios pacientes nos rostos deles, em uma procedimento chamado de vampire facial.

Kim Kardashian foi a primeira celebridade a divulgar a técnica, mais conhecida como Plasma Rico em Plaquetas (PRP). Ela chocou o mundo em 2013, quando apareceu com o rosto ensanguentado em um episódio da série “Keep Up with the Kardashians, Kim e Kourtney Take Miami”. Anos depois, o procedimento voltou a ganhar atenção com o novo nome.

O nome, que remete aos vampiros, foi dado porque antes do procedimento é retirada uma pequena quantidade de sangue do próprio paciente, assim como é feito nos exames de rotina. Ele é tratado e processado em uma centrífuga para extrair apenas o plasma – a porção líquida do sangue – na própria clínica de estética. Depois, o material é aplicado de forma tópica ou injetado diretamente na pele do rosto.

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A aplicação do plasma rico em plaquetas (PRP) estimula a renovação celular
O sangue coletado é inserido em uma centrífuga que separa o plasma do sangue, propriamente dito
Ele pode ser aplicado ou aplicado sobre a pele
Vampire Facial: veja técnica que injeta sangue para rejuvenescer rosto - imagem 5
O tratamento combate rugas e linhas de expressão, além de diminuir a flacidez da pele
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O tratamento combate rugas e linhas de expressão, além de diminuir a flacidez da pele

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A aplicação do plasma rico em plaquetas (PRP) estimula a renovação celular
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A aplicação do plasma rico em plaquetas (PRP) estimula a renovação celular

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O sangue coletado é inserido em uma centrífuga que separa o plasma do sangue, propriamente dito
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O sangue coletado é inserido em uma centrífuga que separa o plasma do sangue, propriamente dito

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Ele pode ser aplicado ou aplicado sobre a pele
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Ele pode ser aplicado ou aplicado sobre a pele

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A médica Patrícia Mafra, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, explica que o plasma concentra uma grande quantidade de plaquetas e fatores de crescimento. Ao ser reaplicado, ele favorece a regeneração celular e estimula a produção das fibras de colágeno e elastina, responsáveis por conferir sustentação e elasticidade ao tecido cutâneo.

O resultado é uma pele mais jovem, elástica, firme, iluminada e uniforme, uma vez que os componentes do plasma contribuem com o rejuvenescimento da pele e combate rugas e linhas finas de expressão.

O PRP também pode ser combinado com outras técnicas, oferecendo mais ganhos à saúde da pele. A dermatologista conta que antes da aplicação do plasma é possível fazer um microagulhamento, a radiofrequência microagulhada ou a microdermoabrasão. Há quem combine ainda com aplicação de toxina botulínica para potencializar o rejuvenescimento.

“Esses tratamentos vão agir abrindo microcanais ou diminuindo a espessura do tecido cutâneo para fazer com que o plasma, que será aplicado topicamente em seguida, penetre de forma mais profunda na pele, o que potencializa sua eficácia”, afirma Patrícia.

Kim contou que precisou fazer o procedimento sem anestesia porque tinha acabado de descobrir que estava grávida. “Foi muito difícil e doloroso para mim”.

Outras indicações

Como a coluna Claudia Meireles mostrou no início do ano, o PRP é indicado também para o tratamento da calvície masculina e feminina e outros tipos de queda de cabelo, com aplicações no couro cabeludo.

Médicos de outras especialidades também estão se rendendo à técnica para o tratamento de estrias e para a cicatrização de feridas. Nos consultórios de ortopedia ela é indicada para tratar tendinite, artrose e outros tipos de lesões, como em músculos, ossos e cartilagens.

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A dermatologista garante que o procedimento é extremamente seguro, especialmente por utilizar o sangue do próprio paciente no lugar de um produto sintético.

“O que pode ocorrer é o surgimento de pequenos hematomas no local em que o sangue foi retirado ou onde foram realizadas as aplicações do plasma. Mas essas são adversidades esperadas nesses tipos de procedimento”, destaca Patrícia.

O procedimento não é indicado para pacientes que sofrem com doenças do sangue, como distúrbios de coagulação e sangramento.

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