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Kate X Meghan: médica analisa diferenças no envelhecimento da pele

Kate Middleton, de 40 anos, mostrou um envelhecimento mais acentuado no rosto que Meghan Markle, que é um ano mais velha

atualizado 29/09/2022 19:26

Getty Images

Repercutiu, nas últimas semanas — durante o funeral da rainha Elizabeth — imagens de Kate Middleton e Meghan Markle juntas, durante uma caminhada na procissão realizada no Westminster Hall, no Palácio de Buckingham. As fotos mostram a princesa de Gales e a duquesa de Sussex lado a lado. Mas um detalhe chamou atenção: embora elas tenham praticamente a mesma idade (40 e 41 anos, respectivamente), foi possível reparar em um envelhecimento mais acentuado no rosto da esposa do príncipe William.

A comparação, logo, tomou conta das redes sociais, em especial dos perfis de médicos especialistas. Para saber quais são os fatores que aceleram o processo de envelhecimento da cútis e as melhores alternativas para prevenir essa condição, a Coluna Claudia Meireles conversou com a dermatologista Luciana Garbelini. Pós-graduada em cosmiatria e estética, ela também é membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Dermatologista Luciana Garbelini

Ao analisar as imagens, a profissional observou que Kate Middleton apresenta mais sinais atribuídos ao envelhecimento do que Meghan.

“São eles: afundamento de têmporas (concavidade lateral aos olhos que se estende até couro cabeludo), bolsas em pálpebras inferiores, sulco nasolabial (bigode chinês), queda do canto da boca com formação do sulco lábio-mentual (linha da marionete), afinamento dos lábios e rugas horizontais do pescoço e jowl ao reclinar o rosto (bolsas laterais a linha da marionete)”, lista.

Segundo a médica, existem alguns fatores que podem ter contribuído para o surgimento desses sinais de amadurecimento. Um deles é a genética.

“Apesar de que 80% da aparência de envelhecimento cutâneo seja decorrente de fatores externos, como exposição solar, alimentação e hábitos de vida, os 20% determinantes genéticos contribuem de alguma maneira”, explica.

Kate X Meghan: médica analisa diferenças no envelhecimento da pele

De acordo com a especialista, outro fator é que peles morenas apresentam maior proteção natural à radiação ultravioleta, são mais espessas, mais firmes e, geralmente, menos ressecadas. Essa característica posterga a visualização dos sinais de envelhecimento, tais como rugas finas, flacidez de pele, o desabamento do rosto, sulcos e perda de contorno.

Por sua vez, é comum em fototipos mais baixos (peles mais claras) a presença de derme mais fina, mais flácida, mais ressecada e, consequentemente, com rugas mais precoces, sulcos, bolsas e irregularidades de superfície, conforme diz a profissional.

O formato do rosto também interfere na aparência e nos sinais de amadurecimento. Os mais redondos, cheios ou largos, como o de Meghan atualmente, em comparação ao de Kate, apresentam maior distribuição da cútis e sustentação lateral. “Eles são mais tensionados e esticados”, fala a dermatologista.

É possível reparar em um envelhecimento mais acentuado no rosto da esposa do príncipe William

Já as faces mais magras e longas, como a de Kate Middleton, têm mais frouxidão e sinais de deslizamentos, como rugas de marionete (sulco entre canto dos lábios e mandíbula). “O rosto magro, com fina camada de gordura, perde a homogeneidade do relevo. O subcutâneo funciona como um acolchoamento para uma pele mais lisa e uniforme”, esclarece a médica.

Outro elemento notável para a especialista é a espessura dos lábios. “Lábios mais naturalmente grossos são acompanhados de todo complexo perioral (todas as estruturas ao redor da boca) mais firme”, diz. “Lábios mais finos perdem o suporte em seu canto, favorecendo a queda e a formação de rugas no canto da boca, dando aspecto de ‘boca triste’, acrescenta.

Dermatologista avalia envelhecimento da pele de Kate Middleton

Luciana destaca que a posição da cabeça de Kate inclinada mais para frente, em uma das fotos, acentuou ainda mais os sulcos e denunciou a flacidez de pele.

Tratamentos

De acordo com a dermatologista, há formas de prevenir o amadurecimento precoce da cútis, como proteção solar e rotina de vida saudável, o que inclui boa alimentação, atividades físicas e sono regulado. “Os cremes antissinais melhoram a superfície da pele, manchas e rugas finais”, lembra.

Outro hábito que vale ser colocado em prática é dormir sem amassar o rosto ou de barriga para cima. Fronhas de cetim ou seda são aliadas nessas horas.

Para tratar a condição, Luciana indica os seguintes procedimentos dermatológicos: bioestimuladores de colágeno injetáveis, bioremodelador tecidual injetável, fios de PDO lisos ou espiculados e tecnologias como ultrassom microfocado, lasers e radiofrequência.

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