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Entenda por que o príncipe Harry está longe de sua vida ideal nos EUA

Consultor de relações-públicas, Richard Hillgrove analisou os passos de Harry. O expert fez considerações importantes sobre o príncipe

atualizado 12/01/2022 12:37

Rosto de homem ruivoSamir Hussein/WireImage/Getty Images

O ano de 2022 promete fortes emoções para a realeza britânica, se depender do príncipe Harry. O duque de Sussex irá lançar uma autobiografia com “memórias potencialmente explosivas”, conforme definiu Richard Hillgrove, consultor de relações-públicas de celebridades. O especialista fez uma avaliação do neto da rainha Elizabeth, desde a abdicação da família real até os dias atuais, e acredita que ele está “longe” da vida que gostaria de ter na América.

De acordo com Hillgrove, o príncipe Harry está cercado “de suas próprias dificuldades” e luta para se estabelecer nos Estados Unidos, onde mora com a esposa, Meghan Markle, e os dois filhos, Archie e Lilibet Diana. Ao portal Express o consultor fez a seguinte consideração: “Ele não parece uma pessoa feliz. Ele parece cansado”.

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Ao longo da análise, Richard Hillgrove se referiu a uma entrevista do príncipe Harry ao jornalista Tom Brabdy. A conversa ocorreu na África do Sul em 2019. “O engraçado é que o que ele disse, na entrevista da ITV, foi que estava se retirando da vida real, porque não queria estar no centro das atenções”, lembrou o expert em RP.

Para o consultor, os duques de Sussex são controversos por quererem uma vida particular, mas fazerem de tudo para estar na mídia. À tese o especialista acrescentou: “Mas, então, ele se transformou nessa criação na América, onde ele [Harry] está no topo de um ônibus, cantando com James Corden”.

Príncipe Harry e Meghan Markle
Os duques de Sussex abdicaram dos cargos reais em março de 2020

Segundo Hillgrove, o duque de Sussex está “a um milhão de milhas do que ele declarou que queria”. “Ele disse que queria uma vida privada. Harry acha que este sistema na América tem seus melhores interesses e todos em casa têm isso para ele”, sustentou o consultor. Na avaliação do especialista, o neto da rainha Elizabeth foi longe demais nas ações.

“Parece haver muita inveja e ciúme, de ser o irmão que não está na primeira linha de todo esse tipo de situação”, garantiu Richard Hillgrove. No ponto de vista do expert, o príncipe Harry e Meghan Markle podem ficar de fora dos holofotes quando não tiverem o que oferecer à mídia e parceiros, como as empresas com quem selaram acordos milionários. É o caso da Netflix e do Spotify.

“Ele tem um senso de importância e poder, mas, quando os mestres de marionetes nos Estados Unidos que estão gerenciando o show de Harry e Meghan perceberem que não podem tirar muito proveito deles, eles ficarão de fora, e ele ficará à margem. Eu sinto muito por Harry”, explicou Richard Hillgrove.

Meghan Markle e príncipe Harry
O casal mora nos Estados Unidos desde a abdicação da realeza, no ano passado

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