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Claudia Meireles

Autor volta atrás e afirmar ter citado membros reais racistas em livro

Omid Scobie, autor do livro Endgame, chegou a negar que havia citado membros reais que cometeram racismo com Archie

08/12/2023 18:40
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Getty Images
Imagem colorida mostra Kate, uma mulher branca, com roupa toda azul com um çaço vermelho. Do outro lado, rei Charles, um homem velho, branco e meio calvo está usando um terno claro. Na parte inferior direita, a um circulo com a foto de um homem branco, jovem, cabelos pretos - Metrópoles

O lançamento do livro Endgame: Inside the royal family and the monarchy’s fight for survival (Jogada final: Por dentro da briga por sobrevivência da família real, em tradução literal), de Omid Scobie, causou grande polêmica quando a versão holandesa da obra citou os nomes de o rei Charles e Kate Middleton como membros reais racistas. Ambos foram acusados de demonstrar preocupação com a cor de pele Archie, filho de Harry e Meghan, antes do menino nascer.

Em entrevista ao programa britânico This Morning, Scobie chegou a negar que havia citado o monarca e a princesa de Gales e atribuiu a culpa à editora holandesa. “Nunca apresentei um livro que tivesse esses nomes”, disse, anteriormente.

Foto colorida de homem branco, idoso e com casaco caramelo. Atrás dele, uma mulher branca, com cabelo preso e uma roupa preta - Metrópoles
O rei Charles e a nora Kate Middleton foram citados como membros reais racistas na versão holandesa do livro Endgame

No entanto, o autor voltou atrás e admitiu ao jornal I que as primeiras versões do texto continham os nomes dos dois. Segundo a Hello!, ele disse que “editou” na versão final, mas os editores holandeses obtiveram uma autorização.

Omid Scobie é um jovem repórter real. Ele tem cabelo pretos, branco, está sentado conversando com plateia - Metrópoles
Omid Scobie é o autor do livro Endgame

“Para ser claro, a única editora com quem trabalhei diretamente foi aquela que cobria os EUA e o Reino Unido. Passei quase dois meses com advogados britânicos independentes e consultor jurídico interno para garantir que todos os detalhes do livro finalizado era legais”, escreveu em seu artigo para o jornal.

E acrescentou: “Sem que eu soubesse na época, [um] texto antigo e não esclarecido foi fornecido à editora holandesa para que eles começassem a trabalhar na tradução, com o entendimento de que sua tradução seria atualizada para refletir a versão final de o livro que enviei oficialmente.”

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