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GDF inclui pacientes do home care na vacinação prioritária contra a Covid-19

Secretaria de Saúde fixou critérios para que enfermos de atendimento domiciliar pela pasta passem a integrar grupo a ser imunizado primeiro

atualizado 26/01/2021 19:52

Vacina Coronavac Gustavo Moreno/Especial Metrópoles

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal anunciou nesta terça-feira (26/1) a inclusão, no grupo prioritário de vacinação contra a Covid-19, de pacientes do home care (tratamento de saúde domiciliar) assistidos pela pasta.

Deverão ser imunizados os cidadãos que integram o perfil identificado como SAD-AD, que são aqueles de alta complexidade, internados em casa e que precisam de suporte de ventilação mecânica.

Os doentes com perfis AD2 e AD3 – internados em casa e acompanhados pelas equipes do Núcleo Regional de Atendimento Domiciliar (Nrad) da Secretaria de Saúde – estão incluídos na lista de prioridade para receber a vacina. Um cuidador por grupo familiar de pacientes do Nrad também poderá receber as doses.

Além de atender aos critérios definidos pela pasta, os pacientes do tratamento domiciliar aptos a receber o imunizante devem ser maiores de 18 anos, pois as vacinas ainda são contraindicadas para pessoas com idade inferior.

A Secretaria de Saúde destacou que os empregados de home care de empresas privadas não estão contemplados nesta etapa de imunização prioritária contra o novo coronavírus.

Ampliação

O Distrito Federal recebeu, na segunda-feira (25/1), mais 19 mil doses da vacina Coronavac, produzida em uma parceria entre o Instituto Butantan e a farmacêutica chinesa Sinovac. No domingo (24/1), 41,5 mil doses da vacina Oxford/AstraZeneca, feita na Índia, chegaram à capital federal. O primeiro carregamento, de 106 mil doses, foi enviado no dia 18 de janeiro.

A Secretaria de Saúde anunciou, na segunda-feira (25/1), a ampliação da vacinação para todos os profissionais da rede pública, sem distinção de categorias. No caso da rede privada, devem ser imunizados apenas trabalhadores de hospitais, neste momento.

Os idosos e as pessoas com deficiência que estão internados em instituições de longa permanência, além de indígenas, continuam recebendo as doses.

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