Michelle Bolsonaro quer inclusão de deficientes no meio cultural

Primeira-dama reconheceu que esse público ainda não possui acesso igualitário às produções do setor

Raimundo Sampaio/Especial para o MetrópolesRaimundo Sampaio/Especial para o Metrópoles

atualizado 02/08/2019 17:32

A primeira-dama, Michelle Bolsonaro, reconheceu que as pessoas com deficiência ainda não possuem acesso igualitário às manifestações culturais no país e disse que o governo federal tem papel fundamental nesse processo de inclusão.  

Em entrevista publicada pela Secretaria Especial de Cultura, a esposa do presidente da República também falou sobre a necessidade de acessibilidade nos espaços culturais e de participação nas etapas de produção e difusão.

“O essencial é dar mais oportunidades para que as pessoas com deficiência ocupem posições de representatividade e possam influenciar nessa transformação”, afirmou a primeira-dama.

No governo Bolsonaro, Michelle é porta-voz de deficientes. Atualmente, ela preside o conselho que faz a gestão do Programa Nacional de Voluntariado, o Pátria Voluntária, e tem um escritório no prédio que abriga os ministérios da Cidadania, de Osmar Terra, e da Mulher, Família e Direitos Humanos, de Damares Alves.

SOBRE O AUTOR
Manoela Albuquerque

Formada em jornalismo pela Universidade Federal do Espírito Santo no ano de 2016, com passagem pela Universidade do Porto, em Portugal. Foi repórter por dois anos no G1 Espírito Santo e participou de projetos como o Monitor da Violência, premiado no Data Journalism Awards 2018. É uma das vencedoras do 35º Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo e do VII Prêmio República.

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