MC Ryan SP agrediu esposa, mãe de sua filha, antes de operação da PF
MC Ryan SP está sendo investigado por envolvimento em uma rede bilionária de lavagem de dinheiro
atualizado
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Antes de ser preso nesta terça-feira (15/4) pela Polícia Federal (PF), o funkeiro MC Ryan SP quase foi colocado atrás das grades após protagonizar um episódio de violência doméstica contra a esposa, Giovanna Roque, com quem o cantor tem uma filha.
Um vídeo flagrou a agressão de Ryan, que agora é investigado pela PF por envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro bilionário. As imagens mostram o funkeiro dando pontapés contra a companheira, jogada ao chão, e viralizou nas redes sociais à época do caso.
A agressão ocorreu em 21 de abril de 2024 e se tornou pública cinco meses depois, em setembro daquele ano. Após a repercissão, MC Ryan SP confessou ter agredido a esposa e implorado para que ela não o denunciasse, com medo de que a carreira como artista pudesse chegar ao fim.
“Isso vai acabar com a minha carreira, mas sou filho de Deus e sei que errei, e naquele vídeo mostra um cara que eu não sou”, admitiu o funkeiro na ocasião.

Esposa de MC Ryan SP perdoou o funkeiro
O fim do relacionamento entre Giovanna Roque e MC Ryan SP, porém, só chegou ao fim meses depois, em maio de 2025.
“Gostaria de informar que eu e o Ryan não temos absolutamente mais nada! Não existe mudança pra lixo! E nunca haverá”, anunciou à época.
Cinco meses depois, em outubro de 2025, o casal anunciou a reconciliação. O funkeiro fez uma homenagem romântica à influenciadora em Paris, na França, e pediu para reatar.
Funkeiros e influenciadores no alvo da PF
Deflagrada nesta quarta-feira (15/4), a Operação Narco Fluxo da Polícia Federal (PF) investiga MC Ryan SP e outros artistas do funk por envolvimento em um suposto esquema bilionário de lavagem de dinheiro.
45 mandados foram cumpridos em várias cidades do país e tiveram como alvos cantores como Poze do Rodo e MC Ryan SP, além de vários influenciadores, como Raphael Sousa Oliveira, administrador do perfil Choquei.
Segundo a PF, os investigados teriam movimentado valores que podem ultrapassar R$ 260 bilhões.
Ao todo, 39 suspeitos estão presos preventivamentee. Os alvos podem responder por crimes como associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.







































