Luana Piovani expõe revolta a caso de bebê de 10 meses morta
Pelas redes sociais, a atriz Luana Piovani compartilhou uma publicação que repudiava a morte de Helena, uma bebê de 10 meses

Luana Piovani usou as redes sociais nesta quinta-feira (16/7) para expor a indignação com a morte de Helena, a bebê de 10 meses que morreu em um hospital de Fortaleza (CE) com lesões compatíveis com sinais de violência sexual.
Uma publicação compartilhada pela atriz lamenta a gravidade do caso, em especial a idade da vítima. “Uma criança de 10 meses não se coloca em risco”, dizia o post republicado por Luana Piovani.

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Ver todas“Segundo a investigação, Helena estava em um ambiente com consumo de bebidas quando tudo aconteceu”, dizia a publicação. “Proteger uma criança não é apenas evitar agressões, é evitar situações incompatíveis com a idade dela. Se houve negligência, ela precisa ser esclarecida. Se houve crime, ele precisa ser punido com todo o rigor da lei.”
A publicação compartilhada por Luana Piovani também questiona as circunstâncias do crime e alerta para mais responsabilidades com crianças e recém-nascidos. “Precisamos parar de normalizar a ideia de que adultos podem fazer qualquer escolha e que as crianças simplesmente precisam acompanhá-los.”
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles“A liberdade do adulto termina onde começa o direito da criança de crescer em segurança. Porque uma bebê de 10 meses nunca deveria depender da sorte para sobreviver.”

Bebê de 10 meses morre no hospital
- O caso ocorreu em Fortaleza (CE) na segunda-feira (13/7), em uma festa em um apartamento promovida por amigos da mãe de Helena, de 10 meses.
- Entre os convidados, estavam Francisco Ray, 22 anos, e o primo, Roberto Levy, 26 anos. Eles foram presos preventivamente e são considerados os principais suspeitos do crime.
- À polícia, a mãe disse que ela e Francisco mantinham um relacionamento recente e que haviam se conhecido há poucos dias.
- Segundo a unidade de saúde que atendeu Helena identificou sinais compatíveis com violência sexual. A hipótese de asfixia também é apurada pelas autoridades.









