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Brasil

Veja as fotos da viatura da Polícia Federal após ataque de Jefferson

Em imagens que o Metrópoles teve acesso, é possível contar dezenas de perfurações feitas pelos tiros do ex-deputado

23/10/2022 21:15, atualizado 23/10/2022 22:10
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Roberto Jefferson - tiroteio - STF - Polícia Federal

As fotos da viatura da Polícia Federal (PF), após o ataque do ex-deputado Roberto Jefferson (PTB), mostram os efeitos das balas disparadas contra os agentes Marcelo Vilella e Karina Lino Miranda de Oliveira.

De acordo com a imagens, o veículo recebeu mais de 20 tiros e, segundo a Polícia Federal, o delegado e a policial ainda foram recebidos com um ataque de granadas.

Mais cedo, nas redes sociais, o ex-deputado afirmou que não atirou nos agentes da Polícia Federal do Rio de Janeiro “para pegar”.

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Na manhã deste domingo (23/10), Jefferson disparou contra agentes da Polícia Federal (PF) quando os policiais da corporação tentavam cumprir mandado de prisão contra o ex-parlamentar. Em gravação feita pelo próprio deputado, ele afirma que “não vai se entregar” e por isso atirou nos agentes.

Veja as fotos da viatura da Polícia Federal após ataque de Jefferson - destaque galeria
6 imagens
Nesta imagem, é possível contar 10 marcas de tiro
Já no capô do carro, é possível ver 13 marcas de tiro
Na lateral, há pelo menos 10 marcas de tiro
As balas atravessaram o veículo
Cartucho ficou preso no para-brisa da viatura
Fotos mostram carro da Polícia Federal perfurado
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Fotos mostram carro da Polícia Federal perfurado

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Nesta imagem, é possível contar 10 marcas de tiro
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Nesta imagem, é possível contar 10 marcas de tiro

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Já no capô do carro, é possível ver 13 marcas de tiro
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Já no capô do carro, é possível ver 13 marcas de tiro

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Na lateral, há pelo menos 10 marcas de tiro
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Na lateral, há pelo menos 10 marcas de tiro

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As balas atravessaram o veículo
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As balas atravessaram o veículo

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Cartucho ficou preso no para-brisa da viatura
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Cartucho ficou preso no para-brisa da viatura

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Cumprindo regime domiciliar, Jefferson teve a determinação revogada depois que proferiu ataques à ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia. Ao xingá-la, juristas avaliaram que o ataque se enquadrava como crime de difamação, o que é quebra de cautelar, condenando o ex-deputado a voltar para o regime fechado.

Durante o ataque, dois agentes federais foram feridos: o delegado Marcelo Vilella, que teria sido atingido na cabeça e na perna; e a policial Karina Lino Miranda de Oliveira, que foi ferida na cabeça por estilhaços de uma granada supostamente arremessada pelo ex-deputado.