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Brasil

Valdemar minimiza falta de apoio do Centrão a Flávio: "Temos tempo"

Em entrevista ao Contexto Metrópoles, presidente do PL falou sobre apoio de Marcos Pereira, Rueda e Ciro Nogueira a Flávio Bolsonaro

13/07/2026 12:07
Beto Barata/Partido Liberal
Valdemar da Costa Neto e Flávio Bolsonaro

O presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, minimizou nesta segunda-feira (13/7) a falta de apoio de nomes do Centrão em torno da candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República. Segundo ele, ainda há tempo para costurar esses apoios.

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Em entrevista ao programa Contexto Metrópoles, Valdemar foi questionado sobre a ausência de apoio a Flávio Bolsonaro por parte de figuras como Marcos Pereira, que é presidente do partido Republicanos, Antônio Rueda, dirigente do União Brasil, e até mesmo do senador Ciro Nogueira, que preside o Partido Progressistas (PP).

“Nós vamos matar esse assunto ainda com o Marcos Pereira, o Rueda e o Ciro. Vamos conversar, nós temos tempo para isso. Temos de 5 de agosto para isso. Nós vamos conversar. Nós temos muitas coligações com eles nos estados já fechadas. Então é importante que a gente tenha uma discussão melhor”, argumentou Nogueira.

Valdemar destacou ainda que se reuniu com Marcos Pereira na última semana. A candidatura à presidência, contudo, não foi abordado na devido à ausência de Flávio Bolsonaro, que estava nos Estados Unidos para participar das audiências que debateu a sugestão de tarifaço do USTR contra o Brasil.

Pereira é presidente do Republicanos, um apoio considerado estratégico para Flávio Bolsonaro, já que é o mesmo partido do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, um aliado da família Bolsonaro. O maior colégio eleitoral do país, o estado é considerado estratégico para a corrida ao Palácio do Planalto.

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Ao Metrópoles, Valdemar afirmou que a conversa foi positiva. “Nós discutimos só os estados e com uma boa discussão. Estamos chegando a um entendimento. E vamos chegar nos entendimentos também com os outros partidos. Não tenho dúvida disso“, disse.

O dirigente do PL ainda classificou o momento como oportuno para avançar com essas alianças: “Vamos chegar [em entendimentos] ainda mais agora que o Lula teve uma queda e o Flávio teve um crescimento nas pesquisas, e isso influencia muito nessas questões políticas”, disse.