Suzano: Justiça prorroga prisão de suspeitos de negociar armas

Atentado que deixou 10 pessoas mortas e 11 feridas ocorreu no dia 13 de março na Escola Estadual Professor Raul Brasil

RAFAELA FELICCIANO/METRÓPOLESRAFAELA FELICCIANO/METRÓPOLES

atualizado 24/05/2019 11:19

A prisão temporária de dois suspeitos de envolvimento no fornecimento da arma e da munição utilizadas no massacre da Escola Estadual Professor Raul Brasil, em Suzano, foi prorrogada pela Justiça.

Ao todo, quatro suspeitos estão presos. Um adolescente de 17 anos, acusado de planejar e incentivar o atentado, cumpre medida socioeducativa na Fundação Casa.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), os suspeitos Cristiano Cardias de Souza — o Cabelo, de 47 anos, preso no dia 10 de abril —, e Adeilton Pereira dos Santos, detido no dia seguinte, terão a prisão prorrogada por mais 30 dias.

A chacina aconteceu no dia 13 de março e deixou, ao todo, dez mortos, incluindo os dois atiradores, e 11 feridos.

Ex-aluno da Raul Brasil, o adolescente, embora não tenha participado diretamente do ataque, foi apontado por investigação da Polícia Civil e do Ministério Público de São Paulo (MPE-SP) como “mentor intelectual”. A defesa nega a participação do jovem no crime.

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