Síndico preso por matar corretora em Goiás: “Meu filho não fez nada”

O síndico Cléber Rosa admitiu o crime e afirmou à polícia que agiu sozinho. Filho também foi preso e é investigado

atualizado

metropoles.com

Compartilhar notícia

Jucimar de Sousa / METRÓPOLES @jucimardesousa_foto
Imagem colorida mostra síndico Cléber Rosa - Metrópoles
1 de 1 Imagem colorida mostra síndico Cléber Rosa - Metrópoles - Foto: <p>Jucimar de Sousa / METRÓPOLES<br /> @jucimardesousa_foto</p><div class="m-banner-wrap m-banner-rectangle m-publicity-content-middle"><div id="div-gpt-ad-geral-quadrado-1"></div></div>

Caldas Novas (GO) — O síndico Cléber Rosa de Oliveira, de 49 anos, afirmou nesta quarta-feira (28/1), ao chegar à delegacia, em Goiânia, que o filho não teve participação no assassinato da corretora Daiane Alves Souza, de 43 anos, em Caldas Novas, Goiás.

“Quero falar que o meu filho não tem nada a ver com isso. Eu não sei por que meu filho está aqui. Ele não fez nada. Meu filho não fez nada”, declarou.
Síndico preso por matar corretora em Goiás: “Meu filho não fez nada” - destaque galeria
7 imagens
O síndico Cléber Rosa Oliveira, de 49 anos, e o filho, Maycon Douglas de Souza Oliveira, de 27, suspeitos pela morte da corretora Daiane Alves, chegam à delegacia de capturas para serem ouvidos.
O síndico Cléber Rosa Oliveira, de 49 anos, e o filho, Maycon Douglas de Souza Oliveira, de 27, suspeitos pela morte da corretora Daiane Alves, chegam à delegacia de capturas para serem ouvidos.
O síndico Cléber Rosa Oliveira, de 49 anos, e o filho, Maycon Douglas de Souza Oliveira, de 27, suspeitos pela morte da corretora Daiane Alves, chegam à delegacia de capturas para serem ouvidos.
O síndico Cléber Rosa Oliveira, de 49 anos, e o filho, Maycon Douglas de Souza Oliveira, de 27, suspeitos pela morte da corretora Daiane Alves, chegam à delegacia de capturas para serem ouvidos.
O síndico Cléber Rosa Oliveira, de 49 anos, e o filho, Maycon Douglas de Souza Oliveira, de 27, suspeitos pela morte da corretora Daiane Alves, chegam à delegacia de capturas para serem ouvidos.
O síndico Cléber Rosa Oliveira, de 49 anos, e o filho, Maycon Douglas de Souza Oliveira, de 27, suspeitos pela morte da corretora Daiane Alves, chegam à delegacia de capturas para serem ouvidos.
1 de 7

O síndico Cléber Rosa Oliveira, de 49 anos, e o filho, Maycon Douglas de Souza Oliveira, de 27, suspeitos pela morte da corretora Daiane Alves, chegam à delegacia de capturas para serem ouvidos.

O síndico Cléber Rosa Oliveira, de 49 anos, e o filho, Maycon Douglas de Souza Oliveira, de 27, suspeitos pela morte da corretora Daiane Alves, chegam à delegacia de capturas para serem ouvidos.
2 de 7

O síndico Cléber Rosa Oliveira, de 49 anos, e o filho, Maycon Douglas de Souza Oliveira, de 27, suspeitos pela morte da corretora Daiane Alves, chegam à delegacia de capturas para serem ouvidos.

Jucimar de Sousa / METRÓPOLES @jucimardesousa_foto
O síndico Cléber Rosa Oliveira, de 49 anos, e o filho, Maycon Douglas de Souza Oliveira, de 27, suspeitos pela morte da corretora Daiane Alves, chegam à delegacia de capturas para serem ouvidos.
3 de 7

O síndico Cléber Rosa Oliveira, de 49 anos, e o filho, Maycon Douglas de Souza Oliveira, de 27, suspeitos pela morte da corretora Daiane Alves, chegam à delegacia de capturas para serem ouvidos.

Jucimar de Sousa / METRÓPOLES @jucimardesousa_foto
O síndico Cléber Rosa Oliveira, de 49 anos, e o filho, Maycon Douglas de Souza Oliveira, de 27, suspeitos pela morte da corretora Daiane Alves, chegam à delegacia de capturas para serem ouvidos.
4 de 7

O síndico Cléber Rosa Oliveira, de 49 anos, e o filho, Maycon Douglas de Souza Oliveira, de 27, suspeitos pela morte da corretora Daiane Alves, chegam à delegacia de capturas para serem ouvidos.

Jucimar de Sousa / METRÓPOLES @jucimardesousa_foto
O síndico Cléber Rosa Oliveira, de 49 anos, e o filho, Maycon Douglas de Souza Oliveira, de 27, suspeitos pela morte da corretora Daiane Alves, chegam à delegacia de capturas para serem ouvidos.
5 de 7

O síndico Cléber Rosa Oliveira, de 49 anos, e o filho, Maycon Douglas de Souza Oliveira, de 27, suspeitos pela morte da corretora Daiane Alves, chegam à delegacia de capturas para serem ouvidos.

Jucimar de Sousa / METRÓPOLES @jucimardesousa_foto
O síndico Cléber Rosa Oliveira, de 49 anos, e o filho, Maycon Douglas de Souza Oliveira, de 27, suspeitos pela morte da corretora Daiane Alves, chegam à delegacia de capturas para serem ouvidos.
6 de 7

O síndico Cléber Rosa Oliveira, de 49 anos, e o filho, Maycon Douglas de Souza Oliveira, de 27, suspeitos pela morte da corretora Daiane Alves, chegam à delegacia de capturas para serem ouvidos.

Jucimar de Sousa / METRÓPOLES @jucimardesousa_foto
O síndico Cléber Rosa Oliveira, de 49 anos, e o filho, Maycon Douglas de Souza Oliveira, de 27, suspeitos pela morte da corretora Daiane Alves, chegam à delegacia de capturas para serem ouvidos.
7 de 7

O síndico Cléber Rosa Oliveira, de 49 anos, e o filho, Maycon Douglas de Souza Oliveira, de 27, suspeitos pela morte da corretora Daiane Alves, chegam à delegacia de capturas para serem ouvidos.

Jucimar de Sousa / METRÓPOLES @jucimardesousa_foto

Cléber confessou à Polícia Civil ter matado Daiane, que estava desaparecida desde 17 de dezembro do ano passado. Segundo a investigação, foi o próprio síndico quem levou os policiais até uma área de mata onde o corpo da vítima havia sido deixado. No local, os agentes encontraram o cadáver em estágio avançado de decomposição.

O suspeito foi preso na madrugada desta quarta-feira (28/1), investigado por homicídio. O filho dele, Maykon Douglas de Oliveira, também foi preso, sob suspeita de envolvimento no crime.

Depoimento do síndico

Em depoimento, Cléber afirmou que matou a corretora após uma discussão acalorada no subsolo do prédio, na noite de 17 de dezembro de 2025, data em que Daiane foi vista pela última vez. Ele disse que agiu sozinho e que, depois do crime, colocou o corpo na carroceria de sua picape e deixou o condomínio.

Essa versão contradiz o primeiro depoimento do síndico. Inicialmente, ele havia negado ter saído do prédio naquela noite. No entanto, imagens de câmeras de segurança já analisadas pela polícia mostram Cléber deixando o condomínio por volta das 20h, dirigindo o veículo mencionado.

Daiane desapareceu após descer ao subsolo do edifício para verificar uma queda de energia em seu apartamento. Câmeras registraram a corretora entrando no elevador e conversando com o porteiro sobre o problema. Em seguida, há um intervalo de cerca de dois minutos nas gravações, justamente no momento em que ela retorna ao subsolo. Não há imagens que mostrem a vítima saindo do prédio ou retornando para casa.

No dia do desaparecimento, a corretora vestia roupas simples, deixou a porta do apartamento destrancada e não levou pertences pessoais. Ela tinha uma viagem marcada para Uberlândia (MG) no período do Natal, mas não embarcou e não manteve contato com familiares após aquela manhã.

Após semanas sem qualquer sinal de vida, o caso passou a ser tratado como homicídio. As prisões ocorreram depois de oitivas, análises técnicas e cruzamento de dados realizados por uma força-tarefa da Polícia Civil, que segue investigando o caso.

Quais assuntos você deseja receber?

Ícone de sino para notificações

Parece que seu browser não está permitindo notificações. Siga os passos a baixo para habilitá-las:

1.

Ícone de ajustes do navegador

Mais opções no Google Chrome

2.

Ícone de configurações

Configurações

3.

Configurações do site

4.

Ícone de sino para notificações

Notificações

5.

Ícone de alternância ligado para notificações

Os sites podem pedir para enviar notificações

metropoles.comNotícias Gerais

Você quer ficar por dentro das notícias mais importantes e receber notificações em tempo real?