Mirelle Pinheiro

Mãe de corretora morta por síndico se desespera e destrói prédio. Veja vídeo

Após mais de 40 dias de incerteza, Nilse soube que o corpo da filha havia sido localizado em uma área de mata

atualizado

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Reprodução/Internet
Mãe de corretora morta em Caldas Novas se revolta e quebra portaria de condomínio
1 de 1 Mãe de corretora morta em Caldas Novas se revolta e quebra portaria de condomínio - Foto: Reprodução/Internet

A confirmação da morte da corretora Daiane Alves Souza, de 43 anos, provocou uma reação de desespero da mãe da vítima, Nilse Alves Pontes, na manhã desta quarta-feira (28/1), em Caldas Novas, no sul de Goiás. Após mais de 40 dias de incerteza, Nilse soube que o corpo da filha havia sido localizado em uma área de mata e que o principal suspeito do crime estava preso.

Segundo apurado, a mãe entrou em estado de choque ao receber a notícia e acabou quebrando objetos no hall do condomínio Ametista Tower, onde morava com Daiane.

A cena ocorreu pouco depois da prisão do síndico do prédio, Cléber Rosa de Oliveira, que confessou o homicídio à Polícia Civil e indicou o local onde havia deixado o corpo.

O filho dele, Maykon Douglas de Oliveira, também foi preso, suspeito de participação na ocultação do crime.

O caso

Daiane desapareceu no dia 17 de dezembro de 2025, após descer até o subsolo do condomínio para verificar uma queda de energia em seu apartamento.

Segundo a investigação, ela suspeitava que o desligamento tivesse sido provocado de forma intencional, em meio a uma série de conflitos com a administração do prédio.

O corpo da corretora foi encontrado durante a madrugada, em uma região de mata a cerca de 15 km da cidade, em estágio avançado de decomposição.

As investigações apontaram que Daiane vinha enfrentando desentendimentos recorrentes com o síndico, incluindo registros formais de conflitos e relatos de cortes frequentes de energia apenas em seu apartamento.

Com a confissão e a localização do corpo, o caso passou a ser tratado oficialmente como homicídio, e a Polícia Civil segue apurando a dinâmica completa do crime, bem como o grau de envolvimento de cada investigado.

Um porteiro do condomínio foi conduzido para prestar esclarecimentos após divergências em depoimentos.

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