Defesa de síndico quer avaliar se confissão não foi sob “coação”

Cléber Rosa de Oliveira foi preso após confessar ter matado Daiane Alves Souza, corretora de imóveis em Caldas Novas, em Goiás.

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síndico Cléber Rosa de Oliveira, de 49 anos
1 de 1 síndico Cléber Rosa de Oliveira, de 49 anos - Foto: TV Globo/Reprodução

A defesa do síndico Cléber Rosa de Oliveira, de 49 anos, preso após confessar ter matado a corretora de imóveis Daiane Alves Souza, quer avaliar se a confissão do suspeito não foi feita sob “coação”. Cléber foi preso pela Polícia Civil de Goiás (PCGO) nesta quarta-feira (28/1) após ter confessado ser o responsável pelo desaparecimento de Daiane.

“Como advogados, vamos avaliar como se deu essa confissão e em que circunstância teria, suspostamente, confessado ter cometido o crime”, declarou o advogado Luiz Fernando Izidoro.
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Daiane Alves Souza
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Daiane Alves, no elevador
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Daiane Alves Souza
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Procurado pelo Metrópoles, advogados de defesa de Cléber relataram estar acompanhando o caso de perto e informaram que pretendem avaliar se “todos os direitos de Cléber foram cumpridos, como o direito ao silêncio, de não se autoincriminar e de falar com seus advogados”.

“A defesa busca a acesso a integralidade do processo, ao inquérito e à decisão que decretou a prisão do Cléber e seu filho, a partir desse acesso, vamos avaliar a possibilidade de entrar com as medidas judiciais cabíveis”, afirmou.

Daiane Alves Souza estava desaparecida há mais de um mês depois de ser vista descendo até o subsolo do prédio onde era responsável por administrar um apartamento da família. Daiane havia sido vista pela última vez no dia 17 de dezembro.

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