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Brasil

Caso Daiane: síndico usou escadarias para não ser filmado após crime

Delegados da Polícia Civil esclareceram informações após o corpo da corretora Daiane Alves, de 43 anos, ter sido encontrado em Caldas Novas

28/01/2026 12:11, atualizado 28/01/2026 12:24
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Domingos Ketelbey/Especial para o Metrópoles
Coletiva de imprensa da Polícia Civil de Goiás (PCGO) do casa Daiane

Durante coletiva de imprensa nesta quarta-feira (28/1), a Polícia Civil informou que o síndico Cléber Rosa de Oliveira, de 49 anos, teria usado escadarias para não ser filmado após matar a corretora Daiane Alves, de 43 anos. O crime ocorreu em Caldas Novas (GO) em 17 de dezembro de 2025.

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Segundo a corporação, para sair do prédio com o corpo de Daiane, o síndico utilizou as escadas porque sabia que no prédio havia apenas 10 câmeras de monitoramento — nenhuma delas nas escadarias.

O caso

O corpo da corretora de imóveis Daiane Alves de Souza, de 43 anos, desaparecida desde dezembro do ano passado, em Caldas Novas (GO), foi encontrado na madrugada desta quarta-feira (28/1), 43 dias após o sumiço. 

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Corpo da corretora Daiane foi encontrado em Caldas Novas
Corpo da corretora foi encontrado em área de mata
O desaparecimento de Daiane Alvez Souza passou a ser investigado pelo Grupo de Investigação de Homicídios (GIH)
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O desaparecimento de Daiane Alvez Souza passou a ser investigado pelo Grupo de Investigação de Homicídios (GIH)

Divulgação/ PCGO
Corpo da corretora Daiane foi encontrado em Caldas Novas
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Corpo da corretora Daiane foi encontrado em Caldas Novas

Divulgação/ PCGO
Corpo da corretora foi encontrado em área de mata
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Corpo da corretora foi encontrado em área de mata

Divulgação/ PCGO

A informação foi confirmada pela Polícia Civil de Goiás. O corpo de Daiane foi localizado em uma região de mata em Caldas Novas.

A PC, por meio do Grupo de Investigação de Homicídios de Caldas Novas – 19ª DRP, em força-tarefa com o Grupo de Investigação de Desaparecidos (GID) e a Delegacia Estadual de Investigações de Homicídios (DIH), prendeu Cléber Rosa de Oliveira, síndico do prédio onde a família de Daiane possui apartamentos, e o seu filho, Maykon Douglas de Oliveira.

Daiane foi vista pela última vez na noite do dia 17 de dezembro, quando desceu até o subsolo do prédio onde mora para verificar um problema de corte de energia no apartamento dela. Desde então, a mulher não foi mais vista.