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Brasil

Servidores federais anunciam greve por reajuste nesta terça (18/1)

Serviços essenciais devem ser mantidos. Protesto é em reivindicação de reajuste salarial e reestruturação de carreiras

17/01/2022 19:40, atualizado 17/01/2022 22:41
Igo Estrela/Especial para Metrópoles
Pessoas caminham em saguão

Nesta terça-feira (18/1) servidores de mais de 40 categorias do governo federal prometem ir às ruas e paralisar suas atividades. O protesto é a favor de um reajuste salarial e reestruturação de carreiras para os funcionários.

A manifestação ocorre às vésperas do prazo final de sanção do Orçamento deste ano, que tem como uma de seus itens mais polêmicos a previsão de R$ 1,7 bilhão de aumento para o funcionalismo público. O presidente Jair Bolsonaro (PL), entretanto, vem sendo pressionado pela equipe econômica do governo a recusar o aumento para as categorias.

Em nota, o Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central (Sinal) e o Fórum das Carreiras de Estado (Fonacate) afirmam que uma reunião amistosa com o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, foi feita sobre o assunto, mas que não houve nenhuma “proposta concreta de reajuste, somente declarações de intenções: ‘vamos tentar’, ‘vamos conversar'”.

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No Banco Central, serviços essenciais devem ser mantidos. Já o atendimento ao público, prestação de informações ao sistema financeiro e manutenção de informática da instituição devem sofrer impactos.

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É estimado mais de 50% de adesão à paralisação. O movimento também já aprovou uma nova greve, em tempo indeterminado, em fevereiro, caso não haja negociação.