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Saúde

Covid-19: preço da vacina aprovada para uso emergencial não será regulado

A Resolução nº 6/2020, assinada pelo secretário executivo do CMED, Romilson de Almeida Volotão, foi publicada no Diário Oficial da União

23/12/2020 07:50, atualizado 23/12/2020 14:34
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Aaron Chown - WPA Pool/Getty Images
vacina covid-19 Dose da Pfizer

O governo federal determinou que as vacinas contra a Covid-19 que receberem autorização para uso emergencial no Brasil não terão o preço avaliado pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED).

A Resolução nº 6/2020, assinada pelo secretário executivo do CMED, Romilson de Almeida Volotão, foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira (23/12).

“As vacinas contra a Covid-19 decorrentes de autorização temporária de uso emergencial destinadas ao enfrentamento da emergência de saúde pública de importância nacional decorrente do surto do novo coronavírus (SARS-CoV-2) não serão objeto de análise da CMED, dado seu caráter experimental”, diz a resolução.

Até o momento, nenhum fabricante de vacinas pediu à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovação emergencial para o uso do imunizante contra o novo coronavírus no país.

O Governo de São Paulo manifestou intenção de pedir autorização emergencial para o uso da Coronavac, produzida em parceria entre o Instituto Butantan e o laboratório chinês Sinovac, mas mudou a estratégia e deve solicitar até o fim deste ano registro definitivo.

Atualmente, há quatro vacinas com testes já na fase 3 no Brasil. São elas: a da Universidade Oxford em parceria com a AstraZeneca, a do Butantan, a da Pfizer com a BioNTech e o imunizante da Johnson & Johnson.