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Brasil

Saiba por que buscas a crianças desaparecidas são difíceis em Bacabal.

Buscas pelos irmãos de 6 e 4 anos entraram no sétimo dia. Área de atuação, porém, não facilita o trabalho das autoridades

10/01/2026 16:58, atualizado 10/01/2026 17:15
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Arquivo pessoal
Crianças desaparecidas em Bacabal

A comunidade quilombola São Sebastião dos Pretos, na zona rural de Bacabal, no Maranhão, onde duas crianças ainda seguem desaparecidas desde o último domingo (4/1) se trata de uma região de difícil acesso. Segundo as autoridades, a área exige o uso de helicópteros, drones, cães farejadores e sensores térmicos nas buscas.

Veja imagens de como é a região das bucas:

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Entenda por que buscas a crianças desaparecidas são difíceis em Bacabal
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Mapa do Maranhão com destaque para Bacabal
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Reprodução TV Globo
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Mapa do Maranhão com destaque para Bacabal
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Mapa do Maranhão com destaque para Bacabal

Reprodução Internet

Neste sábado (10/1), a procura pelos irmãos Isabelle, de 6 anos, e Michael, de 4, ganhou o reforço do Exército Brasileiro e do Batalhão Ambiental. A força-tarefa conta com 200 intregrantes das polícias Civil e Militar e do Corpo de Bombeiros e mais 100 voluntários.

Somaram-se às buscas 26 militares do Batalhão de Infantaria de Selva do Exército Brasileiro e 15 policiais do Batalhão Ambiental da Polícia Militar.

Foi delimitado um perímetro de atuação de cerca de 15km² entre o Quilombo de São Sebastião dos Pretos e o Povoado de Santa Rosa, onde o primo dos irmãos, Anderson Kauã, de 8 anos, foi encontrado após quatro dias desaparecido.

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Por ser uma área extensa, tem características variadas, parte de mata fechada, outra com pasto, parte com lagos e açudes e poucas trilhas naturais. O terreno é irregular e frequentemente habitado por animais silvestres — durante as buscas a polícia encontrou várias serpentes.

Outro agravante é que a região não possui energia elétrica e caçadores locais de animais costumam instalar armadilhas.

Desaparecimento

As crianças desapareceram no último domingo (4/1), quando saíram de casa para brincar. Um primo deles, chamado Anderson Kauan, de 8 anos, também desapareceu no dia, mas foi encontrado com vida na quarta-feira (7/1).

Ele foi localizado por um carroceiro, sem roupa, a 4km de casa.